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00825-0222-4728, Rev DB
Fevereiro de 2015
Rosemount 644 Transmissor de temperatura
com protocolo 4 a 20 mA HART® Revisão 5 e 7
Nota
Antes de instalar o transmissor, confirme se o driver de dispositivo correto está carregado nos
sistemas hosts. Consulte a página 3 para obter a disponibilidade do sistema.
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Fevereiro de 2015
NOTA
Este guia apresenta diretrizes básicas para transmissores Rosemount 644. Ele não fornece instruções para
configuração, diagnóstico, manutenção, serviços, solução de problemas e instalações à prova de explosão,
à prova de chamas ou intrinsecamente seguras (I.S.). Consulte o Manual de referência Rosemount 644
(número do documento 00809-0100-4728) para obter mais instruções. Este manual também está
disponível em formato eletrônico em www.rosemount.com.
AVISO
Explosões podem causar mortes ou ferimentos graves.
A instalação do transmissor em um ambiente onde existe o risco de explosão deve estar em conformidade
com os normas, códigos e práticas municipais, nacionais e internacionais. Leia com atenção a seção de
aprovações do manual de referência do modelo 644 para obter informações sobre os restrições associadas à
instalação segura do equipamento.
 Antes de conectar um comunicador com base HART em um ambiente explosivo, certifique-se de que os
instrumentos envolvidos no laço estejam instalados em conformidade com práticas de fiação de campo
intrinsecamente seguras ou à prova de incêndio.
Choques elétricos podem causar mortes ou ferimentos graves.
Evite contato com os fios e terminais. A alta tensão presente nos condutores pode provocar choque
elétrico.

Entradas de conduítes/cabos
Salvo indicação em contrário, os entradas de conduítes/cabos no invólucro do transmissor usam um
formato de rosca 1/2-14 NPT. Entradas marcadas com “M20” usam um formato de rosca M20 ⫻ 1,5. Em
dispositivos com várias entradas de conduítes, todas os entradas terão o mesmo formato de rosca. Use
apenas bujões, adaptadores, prensas ou conduítes com um formato de rosca compatível ao fechar essas
entradas.
 Ao instalar em áreas classificadas, use apenas os bujões, adaptadores ou prensas com certificação Ex ou
listados apropriadamente nas entradas do cabo/conduíte.

Índice
Disponibilidade do sistema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
Instalação do transmissor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Ajuste o switch do alarme . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Verificar a configuração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Monte o transmissor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
Instale a fiação e aplique a alimentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
Conduzir um teste de laço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
Sistemas instrumentados de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Certificações do produto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
2
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Fevereiro de 2015
Disponibilidade do sistema
Confirme a capacidade de revisão HART


Se estiver usando sistemas de gerenciamento de ativos ou controle baseados
em HART, confirme a capacidade HART desses sistemas antes do instalação do
transmissor. Nem todos os sistemas podem comunicar-se com o protocolo HART
revisão 7. Este transmissor pode ser configurado para revisão HART 5 ou 7.
Para obter instruções sobre a alteração do revisão HART do transmissor,
consulte a seção “Verificar a configuração” na página 5.
Confirme o driver de dispositivo correto


Verifique se os arquivos mais recentes do driver de dispositivo foram
carregados em seus sistemas para garantir os comunicações adequadas.
Faça download do driver de dispositivo mais recente em
http://www.emersonprocess.com.en-US/documentation/deviceinstallkits/Pa
ges/AboutDeviceInstallKits.aspx ou
http://www.hartcomm.org/protocol/products/products.html
Revisões e arquivos do dispositivo Rosemount 644
Tabela 1 fornece os informações necessárias para garantir que você tenha os
arquivos do driver de dispositivo e a documentação corretos para seu dispositivo.
Tabela 1. Revisões e arquivos do dispositivo Rosemount 644
Data do
software
Identifique o dispositivo
Encontre os arquivos do
driver do dispositivo
Data
Revisão do
software
NAMUR
Revisão do
software
HART
Revisão
universal
HART(1)
Revisão do
dispositivo(2)
Junho de
2012
5
8
1.1.1
01
7
9
Revise os
instruções
Revise o recurso
Número de
documento do
manual
Alterações no
software (3)
00809-0100-4728
Consulte a Nota de
rodapé 3 para obter
a lista de
alterações.
1. A Revisão do software NAMUR está localizada no etiqueta do hardware do dispositivo. A Revisão do software
HART pode ser lida com um ferramenta de comunicação HART.
2. Nomes de arquivos de driver do dispositivo usam dispositivos e revisão DD, por exemplo, 10_01. O protocolo
HART é projetado para permitir revisões legadas de driver de dispositivo para continuar a comunicar com os
novos dispositivos HART. Para acessar novos recursos, deve-se fazer download do novo driver do dispositivo.
É recomendado fazer download dos arquivos do novo driver do dispositivo para garantir todos os recursos.
3. Revisão HART 5 e 7 selecionável, suporte a sensor duplo, certificado quanto à segurança, diagnósticos
avançados (se incluído no pedido), precisão e estabilidade avançadas (se incluído no pedido).
3
Fevereiro de 2015
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Instalação do transmissor
Etapa 1: Ajuste o switch do alarme
Ajuste o switch do alarme 644 antes de colocar o dispositivo em operação.
Sem um display LCD:
1. Ajuste o laço como manual (se aplicável) e desconecte a fonte de alimentação.
2. Remova a tampa do invólucro.
3. Ajuste o switch no posição desejada (H indica Alto, L indica Baixo) e coloque
novamente a tampa do invólucro.
4. Ligue a fonte de alimentação e ajuste o laço para controle automático.
Figura 1. Colocação do switch do alarme
Transmissor 644
Montagem de campo 644
A
A. Switch do alarme
Nota
Se utilizar um display LCD, primeiro retire o espaçador de espuma rosa localizado entre o LCD e a
tampa. O espaçador pode ser descartado. A seguir, remova o display soltando-o do parte superior
do dispositivo, ajuste o switch no posição desejada e reconecte a display LCD.
4
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Etapa 2: Verificar a configuração
Verifique a configuração do dispositivo Rosemount 644 ao receber seu transmissor
usando um ferramenta de configuração compatível com HART. Consulte o Manual de
referência do Rosemount 644 (número do documento 00809-0200-4728) para obter
instruções de configuração usando o AMS® Device Manager.
O 644 comunica-se usando o comunicador de campo (a comunicação requer um
resistência de laço entre 250 e 1100 ohms). Não opere quando a alimentação
estiver abaixo de 12 Vdc no terminal do transmissor. Consulte o Manual de
referência do 644 (número do documento 00809-0200-4728) e o Manual de
referência do comunicador de campo para obter mais informações.
Verifique a configuração com um comunicador de campo
Um Rosemount 644 DD (descritor de dispositivo) deve ser instalado no
comunicador de campo para verificar a configuração. As teclas de atalho do DD
mais recente são mostradas na Tabela 2 na página 6. Para obter os teclas de atalho
usando os DDs preexistentes, entre em contato com o representante local do
Emerson Process Management.
Execute os etapas a seguir para determinar se um atualização é necessária.
1. Conecte o sensor (consulte o diagrama de fiação localizado no etiqueta
superior do dispositivo).
2. Conecte a fonte de alimentação do bancada de teste aos terminais de
alimentação (“+” ou “—”).
3. Conecte um comunicador de campo ao laço através do resistor de laço ou nos
terminais de alimentação/sinal no transmissor.
4. Será exibida a mensagem a seguir se o comunicador tiver um versão anterior
dos DDs:
Descrição do dispositivo não instalado…A descrição do dispositivo para o fabricante
0x26 modelo 0x2618 rev disp 8/9 não está instalada no cartão do sistema… Consulte
o Programming Utility para obter detalhes sobre os atualizações de descrição do
dispositivo... Deseja continuar no modo de compatibilidade?
Se esse aviso não for exibido, o DD mais recente será instalado. Se a versão mais
recente não estiver disponível, o comunicador estabelecerá a comunicação
adequadamente. No entanto, quando o transmissor estiver configurado para
utilizar os recursos avançados do transmissor, o usuário encontrará problemas de
comunicação e será avisado para desligar o comunicador. Para evitar que isso
aconteça, faça um atualização para o DD mais recente ou responda NÃO à
pergunta e defina como padrão a funcionalidade genérica do transmissor.
Nota
A Emerson recomenda instalar o DD mais recente para acessar todos os recursos. Visite
www.fieldcommunicator.com para obter informações sobre como atualizar a Biblioteca do DD.
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Fevereiro de 2015
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Interface de usuário do comunicador de campo
Duas interfaces de usuário estão disponíveis para configurar este dispositivo.
Os Revisões do dispositivo 8 e 9 (HART 5 e 7), Sequência do atalho do teclado do
DD revisão 1 no Tabela 2 podem ser usados para configuração e inicialização do
transmissor.
Figura 2. Interface do comunicador de campo do painel do dispositivo
Tabela 2. Revisões do dispositivo 8 e 9 (HART 5 e 7), Sequência do atalho do
teclado do DD revisão 1
Função
HART 5
HART 7
Alerta de derivação
2, 2, 4, 2
2, 2, 4, 2
Calibração analógica
Configuração do primeira temperatura boa
3, 4, 5
2, 2, 3, 2
2, 1, 4
2, 1, 4
Configuração do temperatura diferencial
2, 2, 3, 1
2, 2, 3, 1
Configuração do temperatura média
2, 2, 3, 3
2, 2, 3, 3
Configuração do sensor 1
2, 1, 1
2, 1, 1
Configuração do sensor 2
2, 1, 1
2, 1, 1
Configurar Hot Backup™
2, 2, 4, 1, 3
2, 2, 4, 1, 3
Configuração do display
N/A
2, 2, 8, 4, 7
Data
2, 2, 7, 1, 2
2, 2, 7, 1, 3
Descritor
2, 2, 7, 1, 4
2, 2, 7, 1, 5
Detecção do sensor intermitente
2, 2, 7, 4, 2
2, 2, 7, 4, 2
Faixa percentual
2, 2, 5, 2
2, 2, 5, 2
Filtro 50/60 Hz
2, 2, 7, 4, 1
2, 2, 7, 4, 1
2, 2, 7, 3
2, 2, 7, 3
1, 8, 1
1, 8, 1
N/A
3, 4, 6, 2
Configurar mensagens adicionais
Filtro do posição aberta do sensor
Informações sobre o dispositivo
Localizar dispositivo
6
3, 4, 5
2, 2, 3, 2
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Tabela 2. Revisões do dispositivo 8 e 9 (HART 5 e 7), Sequência do atalho do
teclado do DD revisão 1
HART 5
HART 7
LRV (valor do faixa inferior)
2, 2, 5, 5, 3
2, 2, 5, 5, 3
LSL (limite inferior do sensor)
2, 2, 1, 7, 2
2, 2, 1, 8, 2
Função
2, 2, 8, 5
2, 2, 8, 5
Mensagem
2, 2, 7, 1, 3
2, 2, 7, 1, 4
Modo Burst
2, 2, 8, 4
2, 2, 8, 4
Número de série do sensor 1
2, 2, 1, 6
2, 2, 1, 7
Número de série do sensor 2
2, 2, 2, 7
2, 2, 2, 8
Revisão do hardware
1, 8, 2, 3
1, 8, 2, 3
Revisão do software
1, 8, 2, 4
1, 8, 2, 4
Saída analógica
2, 2, 5, 1
2, 2, 5, 1
Sensor 1 de deslocamento de 2 fios
2, 2, 1, 9
2, 2, 1, 10
Sensor 2 de deslocamento de 2 fios
2, 2, 2, 9
2, 2, 2, 10
Simular o sinal digital
N/A
3, 5, 2
Status de comunicação
N/A
1, 2
Status de travamento
N/A
1, 8, 3, 8
Status do sensor 1
N/A
2, 2, 1, 2
Mapeamento de variável
Status do sensor 2
Tag
N/A
2, 2, 2, 2
2, 2, 7, 1, 1
2, 2, 7, 1, 1
N/A
2, 2, 7, 1, 2
2, 2, 7, 1
2, 2, 8, 1
3, 5, 1
3, 5, 1
Tipo do sensor 1
2, 2, 1, 2
2, 2, 1, 3
Tipo do sensor 2
2, 2, 2, 2
2, 2, 2, 3
N/A
2, 2, 9, 2
Trim D/A
3, 4, 4, 1
3, 4, 4, 1
Unidade do sensor 1
2, 2, 1, 4
2, 2, 1, 5
Tag longa
Temperatura do terminal
Teste de laço
Travamento HART
2, 2, 2, 4
2, 2, 2, 5
URV (valor superior do range)
2, 2, 5, 5, 2
2, 2, 5, 5, 2
USL (limite superior do sensor)
2, 2, 1, 7, 2
2, 2, 1, 8, 2
Valores de damping
2, 2, 1, 5
2, 2, 1, 6
Valores dos alarmes
2, 2, 5, 6
2, 2, 5, 6
Unidade do sensor 2
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Fevereiro de 2015
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Inserir ou verificar constantes de Callendar Van-Dusen
Se o sensor correspondente estiver sendo usado com essa combinação de um
transmissor e sensor, verifique a entrada de constantes.
1. Na tela HOME, selecione 2 Configurar, 2 Configuração manual, 1 Sensor.
2. Defina o laço de controle como manual e selecione OK.
3. No prompt INSERIR TIPO DE SENSOR, selecione Cal VanDusen.
4. No prompt INSERIR CONEXÃO DO SENSOR, selecione o número de fios
apropriado.
5. Insira os valores Ro, Alfa, Delta e Beta do etiqueta de aço inoxidável presa ao
sensor de pedido especial, quando solicitado.
6. Coloque novamente o laço de controle no modo automático e selecione OK.
7. Para desativar o recurso de combinação de transmissor-sensor no tela HOME,
selecione 2 Configurar, 2 Configuração manual, 1 Sensor, 10 Combinação
de sensor-CVD.
8. Escolha o tipo de sensor apropriado no prompt INSERIR TIPO DO SENSOR.
Verificação do configuração com a interface do operador local (LOI)
A LOI opcional pode ser usada para preparação do dispositivo. A LOI é um modelo
de dois botões. Para ativar a LOI, pressione qualquer botão. Os recursos dos
botões do LOI são mostrados nos cantos inferiores do display. Consulte a Tabela 3
e a Figura 4 para obter informações do menu e do operação dos botões.
Figura 3. Interface local do operador
Tabela 3. Operação dos botões do LOI
Botão
8
Esquerda
Não
ROLAR
Direita
Sim
ENTER
Guia de início rápido
Fevereiro de 2015
Figura 4. Menu do LOI
Revise todos os parâmetros aplicáveis
definidos no transmissor
EXIBIR CONFIG
CONFIG DO SENSOR
Configurar tipo e conexão do
sensor
UNIDADES
REAJUSTE DE FAIXA
TESTE DO LAÇO
EXIBIR
Definir unidades de temperatura
Reajustar faixa do
transmissor
Definir a saída analógica para
testar a integridade do laço
Configurar display
MENU ESTENDIDO
Calibrar
Amortecimento
Mapa de variáveis
Tag
Valores de sat de alarmes
Senha
Simular
Rev HART
Configuração Hot Back
Alerta de derivação
Configuração do diálogo de TC
Controle mín/máx
Troca do modo de revisão HART
Nem todos os sistemas podem se comunicar com o protocolo HART revisão 7.
Este transmissor pode ser configurado para HART revisão 5 ou 7 usando um
ferramenta de configuração compatível com HART.
Os menus de configuração atualizados incluem o parâmetro de revisão universal
HART que pode ser configurado para 5 ou 7 se puderem ser acessados pelo seu
sistema. Consulte a Tabela 2 para obter a sequência do atalho do teclado.
Se a ferramenta de configuração HART não for capaz de se comunicar com o
HART revisão 7, os menus de configuração na Tabela 2 não estarão disponíveis.
Para trocar o parâmetro de revisão universal HART do modo genérico, siga os
instruções abaixo.
1. Vá para Configurar>Configuração manual>Informações do
dispositivo>Identificação>Mensagem.
a. Para trocar seu dispositivo para HART revisão 7, insira: “HART7” no campo
de mensagem.
b. Para trocar seu dispositivo para HART revisão 5, insira: “HART5” no campo
de mensagem.
Nota
Consulte a Tabela 2 na página 6 para alterar a revisão HART quando o driver do dispositivo correto
estiver carregado.
9
Fevereiro de 2015
Guia de início rápido
Etapa 3: Monte o transmissor
Monte o transmissor em um ponto alto no traçado do conduíte para impedir a
entrada de umidade no invólucro do transmissor.
Transmissor de montagem do cabeçote com instalação do sensor
de estilo de placa DIN
1. Conecte o poço termométrico ao tubo ou à parede do vaso do processo.
2. Instale e aperte o poço termométrico antes de aplicar a pressão do processo.
3. Verifique a posição do switch do modo de falha do transmissor.
4. Monte o transmissor no sensor. Empurre os parafusos de montagem do
transmissor pela placa de montagem do sensor.
5. Conecte o sensor ao transmissor (consulte a seção “Instale a fiação e aplique a
alimentação” na página 13).
6. Insira o conjunto do transmissor-sensor no cabeçote de conexão.
a. Rosqueie o parafuso de montagem do transmissor nos orifícios de
montagem do cabeçote de conexão.
b. Monte a extensão no cabeçote de conexão.
c. Insira o conjunto no poço termométrico.
7. Se estiver usando um prensa-cabo, conecte-o adequadamente a um entrada
do conduíte do invólucro.
8. Insira os fios do cabo blindado no cabeçote de conexão através do entrada do
cabo.
9. Conecte os fios do cabo de alimentação blindado aos terminais de
alimentação do transmissor. Evite o contato com os fios e os conexões do
sensor.
10. Conecte e aperte o prensa-cabo.
11. Instale e aperte a tampa do cabeçote de conexão. Os tampas do invólucro
devem estar totalmente apertadas para atender aos requisitos de proteção
contra explosão.
A
B
D
E
A. Tampa do cabeçote de conexão
B. Cabeçote de conexão
C. Poço termométrico
10
C
F
D. Parafusos de montagem do transmissor
E. Sensor de montagem integral com
condutores suspensos
F. Extensão
Guia de início rápido
Fevereiro de 2015
Transmissor de montagem do cabeçote com instalação do sensor
rosqueado (2 ou 3 entradas de conduíte)
1.
2.
3.
4.
5.
Conecte o poço termométrico ao tubo ou à parede do vaso do processo.
Instale e aperte os poços termométricos antes de aplicar a pressão de processo.
Conecte os adaptadores ou niples necessários ao poço termométrico.
Sele os niples e os roscas do adaptador com um fita de silicone.
Parafuse o sensor no poço termométrico. Instale os selos de drenagem se
necessário para ambientes hostis ou para satisfazer os exigências legais.
6. Verifique se o switch de modo de falha do transmissor está no posição desejada.
7. Para verificar a instalação correta do proteção integral contra transientes (código
de opção T1) no dispositivo 644, confirme se os etapas a seguir foram concluídas:
a. Garanta que a unidade do protetor contra transientes esteja firmemente
conectada ao conjunto do taco do transmissor.
b. Garanta que os condutores de alimentação do protetor contra transientes
estejam adequadamente presos sob os parafusos dos terminais de
alimentação do transmissor.
c. Verifique se o fio-terra do protetor contra transientes está firme no parafuso
de aterramento interno localizado dentro do cabeçote universal.
Nota
O protetor contra transientes requer o uso de um invólucro de pelo menos 89 mm (3,5 pol.) de diâmetro.
8. Passe os condutores dos fios do sensor pelo cabeçote universal e pelo furo
central do transmissor.
9. Monte o transmissor no cabeçote universal rosqueando os parafusos de
montagem do transmissor nos furos de montagem do cabeçote universal.
10. Monte o conjunto transmissor-sensor no poço termométrico ou com
montagem remota, se desejado.
11. Sele os roscas do adaptador com um fita de silicone.
12. Passe os condutores do fiação de campo através do conduíte pelo cabeçote
universal. Conecte o sensor e os fios de energia ao transmissor. Evite contato
com outros terminais.
13. Instale e aperte a tampa do cabeçote universal. Os tampas do invólucro devem estar
totalmente apertadas para atender aos requisitos de proteção contra explosão.
A
B
D
C
E
A. Poço termométrico rosqueado
B. Sensor de estilo rosqueado
C. Extensão padrão
D. Cabeçote universal (transmissor do lado
de dentro)
E. Entrada do conduíte
11
Fevereiro de 2015
Guia de início rápido
Transmissor de montagem de campo com instalação do sensor
rosqueado
1. Conecte o poço termométrico ao tubo ou à parede do vaso do processo. Instale
e aperte os poços termométricos antes de aplicar a pressão de processo.
2. Conecte os adaptadores ou niples necessários ao poço termométrico.
3. Sele os niples e os roscas do adaptador com um fita de silicone.
4. Parafuse o sensor no poço termométrico. Instale os selos de drenagem se
necessário para ambientes hostis ou para satisfazer os exigências legais.
5. Verifique se o switch de modo de falha do transmissor está no posição desejada.
6. Monte o conjunto transmissor-sensor no poço termométrico ou com montagem
remota, se desejado.
7. Sele os roscas do adaptador com um fita de silicone.
8. Passe os condutores do fiação de campo através do conduíte no invólucro de
montagem de campo. Conecte o sensor e os fios de energia ao transmissor.
Evite contato com outros terminais.
9. Instale e aperte os tampas de dois compartimentos. Os tampas do invólucro
devem estar totalmente apertadas para atender aos requisitos de proteção
contra explosão.
A
D
B
C
E
A. Poço termométrico rosqueado
B. Sensor de estilo rosqueado
C. Extensão padrão
12
D. Invólucro de montagem de campo
(parte interna do transmissor)
E. Entrada do conduíte
Guia de início rápido
Fevereiro de 2015
Etapa 4: Instale a fiação e aplique a alimentação
Faça a instalação elétrica do sensor no transmissor
O diagrama de fiação está localizado no etiqueta superior do dispositivo abaixo
dos parafusos dos terminais.
Transmissor de montagem de cabeçote 644
Figura 5. Montagem de cabeçote 644 - Diagramas de fiação com entrada simples e
dupla
Fiação de
entrada
simples
RTD de 2 fios e Ω
RTD de 3 fios e Ω
RTD de 4 fios e Ω
RTD de 2 fios duplo e Ω
RTD de 3 fios duplo e Ω
T/C e mV duplos
T/C e mV
Fiação de
entrada
dupla
* O transmissor deve ser configurado para pelo menos um termorresistor de 3 fios para reconhecer um
termorresistor com um laço de compensação.
** A Rosemount Inc. fornece um sensor de quatro fios para todos os termorresistores de elemento simples.
Use esses termorresistores em configurações de três fios ao deixar os condutores desnecessários
desconectados e isolados com fita elétrica.
13
Fevereiro de 2015
Guia de início rápido
Transmissor de montagem de campo 644
Figura 6. Montagem de campo 644 - Diagramas de fiação com entrada simples e
dupla
Fiação de
entrada
simples
RTD de 2 fios e Ω
RTD de 3 fios e Ω
RTD de 4 fios e Ω
T/C e mV
Fiação de
entrada
dupla
RTD de 2 fios duplo e Ω
RTD de 3 fios duplo e Ω
T/C e mV duplos
Ligar o transmissor
É necessário o uso de um fonte de alimentação externa para operar o transmissor.
1. Remova a tampa do invólucro (se aplicável).
2. Conecte o condutor de alimentação positivo ao terminal “+”. Conecte o
condutor de alimentação negativo ao terminal “—”.
- Se estiver sendo usado um protetor contra transientes, os condutores de
alimentação serão, agora, conectados à parte superior do unidade do
protetor contra transientes. Consulte a etiqueta de transientes para obter
indicação das conexões dos terminais “+” e “-“.
3. Aperte os parafusos dos terminais. Ao apertar o sensor e os cabos de energia,
o torque máximo é de 0,7 N-m (6 pol.-lbs).
4. Reconecte e aperte a tampa (se aplicável).
5. Ligue a energia (12 — 42 Vdc).
14
Guia de início rápido
Fevereiro de 2015
Limitação de carga
A alimentação necessária nos terminais de alimentação do transmissor é de 12 a
42,4 Vdc (os terminais de alimentação têm capacidade para 42,4 Vdc). Para evitar
danos ao transmissor, não permita que a tensão do terminal caia abaixo de
12,0 Vdc ao trocar os parâmetros de configuração.
Aterre o transmissor
Para garantir o aterramento adequado, é importante que a blindagem do cabo do
instrumento seja:

cortada rente e isolada para não tocar no invólucro do transmissor

conectada à próxima blindagem se o cabo for encaminhado por um caixa de
derivação

conectada a um aterramento confiável no final da fonte de alimentação
Nota
Use cabos de pares trançados blindados para obter os melhores resultados. Use um fio de 24 AWG
ou maior e não exceda 1500 metros (5000 pés).
Entradas do termopar não aterrado, em mV e termorresistor/Ohm
Cada instalação do processo tem requisitos diferentes de aterramento. Use os
opções de aterramento recomendadas pela fábrica para o tipo de sensor
específico ou comece com a Opção 1 de aterramento (a mais comum).
Opção 1
1. Conecte a blindagem do fiação do sensor ao invólucro do transmissor.
2. Certifique-se de que a blindagem do sensor esteja isolada eletricamente dos
acessórios vizinhos que possam estar aterrados.
3. Aterre a blindagem do fiação de sinal no final da fonte de alimentação.
B
A
C
DCS
D
A. Fios do sensor
B. Transmissor
C. Ponto de aterramento do blindagem
D. Laço de 4-20 mA
15
Fevereiro de 2015
Guia de início rápido
Opção 2
1. Conecte a blindagem do fiação de sinal à blindagem do fiação do sensor.
2. Certifique-se de que os duas blindagens estejam conectadas um à outra e
isoladas eletricamente do invólucro do transmissor.
3. Aterre a blindagem somente no final da fonte de alimentação.
4. Certifique-se de que a blindagem do sensor esteja isolada eletricamente dos
acessórios com ligação à terra ao redor.
B
A
C
DCS
D
A. Fios do sensor
B. Transmissor
C. Ponto de aterramento do blindagem
D. Laço de 4-20 mA
5. Conecte os blindagens juntas, isolando-as eletricamente do transmissor.
Opção 3
1. Aterre a blindagem do fiação do sensor no sensor, se possível.
2. Certifique-se de que os blindagens do fiação do sensor e do fiação de sinal
estejam isoladas eletricamente do invólucro do transmissor.
3. Não conecte a blindagem do fiação de sinal à blindagem do fiação do sensor.
4. Aterre a blindagem do fiação de sinal no final da fonte de alimentação.
B
A
C
DCS
D
A. Fios do sensor
B. Transmissor
16
C. Ponto de aterramento do blindagem
D. Laço de 4-20 mA
Guia de início rápido
Fevereiro de 2015
Entradas do termopar aterradas
Opção 1
1. Aterre a blindagem do fiação do sensor no sensor.
2. Certifique-se de que os blindagens do fiação do sensor e do fiação de sinal
estejam isoladas eletricamente do invólucro do transmissor.
3. Não conecte a blindagem do fiação de sinal à blindagem do fiação do sensor.
4. Aterre a blindagem do fiação de sinal no final da fonte de alimentação.
B
A
C
DCS
D
A. Fios do sensor
B. Transmissor
C. Ponto de aterramento do blindagem
D. Laço de 4-20 mA
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Fevereiro de 2015
Guia de início rápido
Etapa 5: Conduzir um teste de laço
O comando de teste de laço verifica a saída do transmissor, a integridade do laço
e a operação de todos os registradores ou dispositivos semelhantes instalados no
laço.
Execução de um teste de laço usando um comunicador de campo
Inicie um teste de laço
1. Conecte um amperímetro externo em série com o laço do transmissor (assim a
alimentação para o transmissor passa pelo medidor em algum ponto do laço).
2. Na tela inicial, insira a sequência do atalho do teclado.
Teclas de atalho do painel do dispositivo
3, 5, 1
3. No laço de teste, verifique se a saída de mA real do transmissor e a leitura de
mA HART têm o mesmo valor. Se os leituras não coincidirem, o transmissor
precisa de um ajuste de saída ou o medidor não está funcionando direito.
Depois de concluir o teste, o display retorna à tela de teste de laço e permite
que o usuário escolha outro valor de saída.
4. Para concluir o teste de laço, selecione End e Enter.
Execução de um teste de laço usando o AMS Device Manager
1. Clique com o botão direito do mouse no dispositivo e selecione Ferramentas
de serviço.
2. No painel de navegação à esquerda, selecione Simular.
3. Na Guia Simular no caixa de grupo Verificação de saída analógica, selecione o
botão Conduzir teste de laço.
4. Siga os instruções orientadas e selecione Aplicar ao concluir.
Execução de um teste de laço usando a Interface do Operador Local
Consulte a figura abaixo para encontrar o caminho para o teste de laço no menu
do LOI.
Figura 7. Configuração do Tag com LOI
EXIBIR CONFIG
CONFIG DO SENSOR
UNIDADES
REAJUSTE DE FAIXA
TESTE DO LAÇO
EXIBIR
MENU ESTENDIDO
SAIR DO MENU
18
AJUSTAR 4 MA
AJUSTAR 20 MA
DEFINIR
PERSONALIZADO
TESTE DE LAÇO FINAL
VOLTAR AO MENU
SAIR DO MENU
Fevereiro de 2015
Guia de início rápido
Sistemas instrumentados de segurança
Para instalações certificadas quanto à segurança, consulte o manual de referência
do Rosemount 644 (número do documento 00809-0200-4728). O manual está
disponível eletronicamente em www.rosemount.com ou entrando em contato
com um representante do Emerson Process Management.
19
Guia de início rápido
Fevereiro de 2015
Certificações do produto
Informações sobre Diretrizes Europeias
Um cópia do Declaração de Conformidade do CE pode ser encontrada no final do
Guia de Início Rápido. A revisão mais recente do Declaração de Conformidade do
CE pode ser encontrada em www.rosemount.com.
Certificação de localização ordinária pela FM
Approvals
Como padrão, o transmissor foi examinado e testado para determinar se o
projeto atende aos requisitos básicos elétricos, mecânicos e de proteção contra
incêndio do FM, um laboratório de testes nacionalmente reconhecido (NRTL) e
acreditado pela Agência Federal de Segurança e Saúde Ocupacional (OSHA) dos
EUA.
Instalando Equipamentos no América do Norte
O Código Elétrico Nacional (NEC) dos EUA e o Código Elétrico Canadense (CEC) permitem o
uso de equipamentos marcados por divisão em zonas e equipamentos marcados por zona
em divisões. Os marcações devem ser apropriadas para a classificação do área, gás e classe
de temperatura. Esta informação é claramente definida nos respectivos códigos.
EUA
E5 FM à prova de explosões, à prova de ignição de poeira
Certificado: [XP & DIP]: 3006278; [NI]: 3008880 E 3044581
Padrões:
FM Classe 3600: 2011, FM Classe 3615: 2006, FM Classe 3616: 2011,
FM Classe 3810: 2005, NEMA-250: 250: 2003; ANSI/IEC 60529: 2004
Marcações: XP CL I, DIV 1, GP B, C, D; DIP CL II / III, GP E, F, G; (-50 °C ≤ Ta ≤ +85 °C);
Tipo 4X; Ver descrição I5 para marcações à prova de incêndio
I5 Segurança intrínseca e Não acendível FM
Certificado: 3008880 [Montagem de cabeçote Fieldbus/PROFIBUS®, montagem em
trilho HART]
Padrões:
FM Classe 3600: 1998, FM Classe 3610: 2010, FM Classe 3611: 2004,
FM Classe 3810: 2005, NEMA – 250: 1991
Marcações: IS CL I / II / III, DIV I, GP A, B, C, D, E, F, G; NI CL I, DIV 2, GP A, B, C, D;
Condições especiais de uso seguro (X):
1. Quando nenhuma opção de invólucro é selecionada, o transmissor de temperatura
Modelo 644 deve ser instalado em um invólucro que atenda aos requisitos do
ANSI/ISA S82.01 e S82.03 ou outros padrões de localização comuns aplicáveis.
2. O código K5 de opção só é aplicável com o cabeçote universal Rosemount J5
(M20 ⫻ 1,5) ou o invólucro do cabeçote universal Rosemount J6 (1/2-14 NPT)
3. As opções de invólucro devem ser selecionadas para manter um classificação de
tipo 4X.
20
Fevereiro de 2015
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Certificado: 3044581 [Montagem de cabeçote HART]
Padrões:
FM Classe 3600: 2011, FM Classe 3610: 2010, FM Classe 3611: 2004,
FM Classe 3810: 2005, ANSI/NEMA — 250: 1991; ANSI/IEC 60529: 2004;
ANSI/ISA 60079-0: 2009; ANSI/ISA 60079-11: 2009
Marcações: [Sem gabinete]: IS CL I, DIV I, GP A, B, C, D T4; CL I ZONE 0 AEx ia IIC T4 Ga;
NI CL I, DIV 2, GP A, B, C, D T5
[Com gabinete]: IS CL I / II / III, DIV 1, GP A, B, C, D, E, F, G; NI CL I, DIV 2,
GP A, B, C, D
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. Quando não for selecionada nenhuma opção de invólucro, o transmissor de
temperatura modelo 644 deverá ser instalado em um invólucro final que atenda ao
tipo de proteção IP20 e aos requisitos do ANSI/ISA 61010-1 e ANSI/ISA 60079-0.
2. O invólucro opcional do modelo 644 contém alumínio e é considerado um risco
potencial de ignição por impacto ou atrito. Deve-se tomar cuidado durante a
instalação e uso para evitar impacto e fricção.
Canadá
I6 CSA intrinsecamente seguro e Divisão 2
Certificado: 1091070
Padrões:
CAN/CSA C22.2 No. 0-M10, CSA Std C22.2 No. 25-1966,
CAN/CSAC22.2 No. 94-M91, CSA Std C22.2 No. 142-M1987,
CAN/CSA-C22.2 No. 157-92, CSA Std C22.2 No. 213-M1987,
C22.2 No 60529-05
Marcações: [HART] IS CL I GP A, B, C, D T4/T6; CL I, ZONE 0 IIC; CL I, DIV 2, GP A, B, C, D
[Fieldbus/PROFIBUS] IS CL I GP A, B, C, D T4; CL I, ZONE 0 IIC; CL I, DIV 2,
GP A, B, C, D
K6 CSA à prova de explosão, à prova de ignição de poeira, segurança intrínseca e divisão 2
Certificado: 1091070
Padrões:
CAN/CSA C22.2 No. 0-M10, CSA Std C22.2 No. 25-1966,
Norma CSA. C22.2 No. 30-M1986, CAN/CSA-C22.2 No. 94-M91,
CSA Std C22.2 No. 142-M1987, CAN/CSA-C22.2 No. 157-92,
CSA Std C22.2 No. 213-M1987, C22.2 No 60529-05
Marcações: CL I / II / III, DIV 1, GP B, C, D, E, F, Gh
Veja a descrição I6 para segurança intrínseca e marcações do Divisão 2
Europa
E1 À prova de chamas ATEX
Certificado: FM12ATEX0065X
Padrões:
EN 60079-0: 2012, EN 60079-1: 2007, EN 60529:1991 +A1:2000
Marcações:
II 2 G Ex d IIC T6…T1 Gb, T6(-50 °C ≤ Ta ≤ +40 °C),
T5…T1(-50 °C ≤ Ta ≤ +60 °C); Ver a Tabela 4 para temperaturas de
processo.
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. Consulte o certificado para a faixa de temperatura ambiente.
2. A etiqueta não metálica pode armazenar um carga eletrostática e transformar-se
em fonte de ignição em ambientes do Grupo III.
3. Proteja a tampa do LCD contra energias de impacto acima de 4 joules.
4. Consulte o fabricante se forem necessárias informações de dimensões sobre os
juntas à prova de explosão.
21
Guia de início rápido
Fevereiro de 2015
I1 Segurança intrínseca ATEX
Certificado: [Montagem de cabeçote HART]: Baseefa12ATEX0101X
[Montagem de cabeçote Fieldbus/PROFIBUS]: Baseefa03ATEX0499X
[Montagem de trilho HART]: BAS00ATEX1033X
Padrões:
EN 60079-0: 2012, EN 60079-11: 2012
Marcações: [HART]:
III 1 G Ex ia IIC T6…T4 Ga;
[Fieldbus/PROFIBUS]:
II 1 G Ex ia IIC T4 Ga;
Ver a Tabela 5 para Parâmetros do entidade e Classificações de
temperatura.
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. O equipamento deve ser instalado em um invólucro que forneça a ele um grau de
proteção, pelo menos, IP20 de acordo com os requerimentos de IEC 60529.
Gabinetes não metálicos devem ter um resistência de superfície inferior a 1GΩ;
gabinetes de liga leve ou zircônio devem ser protegidos contra impacto e atrito
quando instalados em um ambiente Zona 0.
2. Quando equipado com o Conjunto protetor de transientes, o equipamento não é
capaz de suportar o teste de 500 V, conforme definido no cláusula 6.3.13 do
EN 60079-11:2012. Isso deve ser levado em conta durante a instalação.
N1 ATEX tipo n — com gabinete
Certificado: BAS00ATEX3145
Padrões:
EN 60079-0:2012, EN 60079-15:2010
Marcações:
II 3 G Ex nA IIC T5 Gc (-40 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
NC ATEX Tipo n - sem gabinete
Certificado: [Montagem de cabeçote Fieldbus/PROFIBUS, montagem em trilho HART]:
Baseefa13ATEX0093X
[Montagem de cabeçote HART]: Baseefa12ATEX0102U
Padrões:
EN60079-0:2012, EN60079-15:2010
Marcações: [Montagem de cabeçote Fieldbus/PROFIBUS, montagem em trilho HART]:
II 3 G Ex nA IIC T5 Gc (-40 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
[Montagem de cabeçote HART]:
II 3 G Ex nA IIC T6…T5 Gc; T6(-60 °C ≤
Ta ≤ +40 °C);
T5(-60 °C ≤ Ta ≤ +85 °C)
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. O transmissor de temperatura modelo 644 deve ser instalado em um invólucro
devidamente certificado de modo que suporte um grau de proteção de no mínimo
IP54 de acordo com a IEC 60529 e a IEC 60079-15.
2. Quando equipado com Conjunto protetor de transientes, o equipamento não é
capaz de suportar o teste de 500 V. Isso deve ser levado em conta durante a
instalação.
ND ATEX poeira
Certificado: FM12ATEX0065X
Padrões:
EN 60079-0: 2012, EN 60079-31: 2009, EN 60529:1991 +A1:2000
Marcações:
II 2 D Ex tb IIIC T130 °C Db, (-40 °C ≤ Ta ≤ +70 °C); IP66
Ver a Tabela 4 para Temperaturas do processo.
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. Consulte o certificado para a faixa de temperatura ambiente.
2. A etiqueta não metálica pode armazenar um carga eletrostática e transformar-se
em fonte de ignição em ambientes do Grupo III.
3. Proteja a tampa do LCD contra energias de impacto acima de 4 joules.
4. Consulte o fabricante se forem necessárias informações de dimensões sobre os
juntas à prova de explosão.
22
Fevereiro de 2015
Guia de início rápido
Internacional
E7 IECEx à prova de explosões
Certificado: IECEx FMG 12.0022X
Padrões:
IEC 60079-0:2011, IEC 60079-1:2007-04, IEC 60079-31:2008
Marcações: Ex d IIC T6…T1 Gb, T6(-50 °C ≤ Ta ≤ +40 °C),
T5…T1(-50 °C ≤ Ta ≤ +60 °C); Ver a Tabela 4 para temperaturas de
processo.
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. Consulte o certificado para a faixa de temperatura ambiente.
2. A etiqueta não metálica pode armazenar um carga eletrostática e transformar-se
em fonte de ignição em ambientes do Grupo III.
3. Proteja a tampa do LCD contra energias de impacto acima de 4 joules.
4. Consulte o fabricante se forem necessárias informações de dimensões sobre os
juntas à prova de explosão.
I7 IECEx Segurança intrínseca
Certificado: [Montagem de cabeçote HART]: IECEx BAS 12.0069X
[Montagem de cabeçote Fieldbus/PROFIBUS, montagem em trilho HART]:
IECEx BAS 07.0053X
Padrões:
IEC 60079-0: 2011; IEC 60079-11: 2011
Marcações: Ex ia IIC T6…T4 Ga
Ver a Tabela 5 para Parâmetros do entidade e Classificações de
temperatura.
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. O equipamento deve ser instalado em um gabinete que forneça a ele um grau de
proteção, pelo menos, IP20 de acordo com os requerimentos de IEC 60529.
Gabinetes não metálicos devem ter um resistência de superfície inferior a 1GΩ;
gabinetes de liga leve ou zircônio devem ser protegidos contra impacto e atrito
quando instalados em um ambiente Zona 0.
2. Quando equipado com o Conjunto protetor de transientes, o equipamento não é
capaz de suportar o teste de 500 V, conforme definido no cláusula 6.3.13 do
IEC 60079-11:2011. Isso deve ser levado em conta durante a instalação.
N7 IECEX tipo n — com gabinete
Certificado: IECEx BAS 07.0055
Padrões:
IEC 60079-0:2011, IEC 60079-15:2010
Marcações: Ex nA IIC T5 Gc; T5(-40 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
NG IECEx tipo n — sem gabinete
Certificado: [Montagem de cabeçote Fieldbus/PROFIBUS, montagem em trilho HART]:
IECEx BAS 12.0053X
[Montagem de cabeçote HART]: IECEx BAS 12.0070U
Padrões:
IEC 60079-0:2011, IEC 60079-15:2010
Marcações: [Montagem de cabeçote Fieldbus/PROFIBUS, montagem em trilho HART]:
Ex nA IIC T5 Gc (-40 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
[Montagem de cabeçote HART]: Ex nA IIC T6…T5 Gc; T6(-60 °C ≤ Ta ≤ +40 °C);
T5(-60 °C ≤ Ta ≤ +85 °C)
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. O transmissor de temperatura modelo 644 deve ser instalado em um invólucro do
transmissor devidamente certificado de modo que suporte um grau de proteção de
no mínimo IP54 de acordo com a IEC 60529 e a IEC 60079-15.
2. Quando equipado com Conjunto protetor de transientes, o equipamento não é
capaz de suportar o teste de 500 V. Isso deve ser levado em conta durante a
instalação.
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Guia de início rápido
Fevereiro de 2015
NK IECEx Poeira
Certificado: IECEx FMG 12.0022X
Padrões:
IEC 60079-0: 2011, IEC 60079-31: 2008
Marcações: Ex tb IIIC T130 °C Db, (-40 °C ≤ Ta ≤ +70 °C); IP66;
Ver a Tabela 4 para Temperaturas do processo.
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. Consulte o certificado para a faixa de temperatura ambiente.
2. A etiqueta não metálica pode armazenar um carga eletrostática e transformar-se
em fonte de ignição em ambientes do Grupo III.
3. Proteja a tampa do LCD contra energias de impacto acima de 4 joules.
4. Consulte o fabricante se forem necessárias informações de dimensões sobre os
juntas à prova de explosão.
Brasil
E2 INMETRO à prova de chamas
Certificado: NCC 12.1147X
Padrões:
ABNT NBR IEC 60079-0:2008, ABNT NBR IEC 60079-1:2009,
NBR 8094:1983
Marcações: Ex d IIC T6…T1 (-40 °C ≤ Ta ≤ +65 °C) Gb; IP66W
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. Deve ser tomado cuidado para assegurar que a temperatura do superfície não
exceda 85° C quando RTDs ou termopares estão montados no transmissor.
2. As características mecânicas e químicas do fluido de processo devem ser avaliadas a
fim de não provocar a deterioração ou a corrosão para os sondas de temperatura.
3. Entre em contato com o fabricante para obter informações sobre os dimensões de
juntas à prova de explosão.
I2 Segurança intrínseca INMETRO
Certificado: CEPEL 02.0096X
Padrões:
ABNT NBR IEC 60079-0:2008, ABNT NBR IEC 60079-11:2009,
ABNT NBR IEC 60079-26:2008, ABNT NBR IEC 60529:2009
Marcações: Ex ia IIC T* Ga IP66W
Ver a Tabela 5 para Parâmetros do entidade e Classificações de
temperatura.
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. O aparelho deve ser instalado em um gabinete que forneça a ele um grau de
proteção, pelo menos, IP20.
2. Os gabinetes de liga metálica leve ou zircônio devem ser protegidos contra
impactos e fricção quando instalados.
3. Quando a temperatura ambiente máxima no local de instalação é maior do que 50 °C,
o equipamento deve ser instalado com cabos de isolamento adequados para
temperaturas de, no mínimo, 90 °C.
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Guia de início rápido
Fevereiro de 2015
China
E3 Á prova de chamas, China
Certificado: GYJ111385
Padrões:
GB3836.1-2000, GB3836.2-2000, GB12476.1-2000
Marcações: Ex d IIC T6
Condições especiais para uso seguro (X):
1. O conjunto de temperatura com sensor de temperatura tipo 65, 68, 75, 183, 185 é
certificado.
2. A faixa de temperatura ambiente é:
Gás/poeira
Temperatura ambiente
Gás
-40 °C ≤ Ta ≤ +65 °C
Poeira
-40 °C ≤ Ta ≤ +85 °C
3. As instalações de conexão do aterramento no invólucro devem ser feitas de modo
confiável.
4. Durante a instalação, uso e manutenção em ambientes de gases explosivos,
observe a advertência “Não abra quando estiver energizado”. Durante a instalação,
uso e manutenção em ambientes de gases explosivos, observe a advertência “Não
abra quando houver poeira explosiva no atmosfera”.
5. Durante a instalação, não deve haver misturas prejudiciais ao invólucro à prova de
chamas.
6. Durante a instalação em áreas classificadas, devem ser usados prensas-cabo,
conduítes e bujões de selo certificados por órgãos de inspeção indicados pelo
estado com grau Ex d II C, DIP A20 IP66.
7. A manutenção deve ser feita em um área não classificada.
8. Durante a instalação, uso e manutenção em ambientes com poeira explosiva, o
invólucro do produto deve ser limpo para evitar acúmulo de poeira, mas não deve
ser usado ar comprimido.
9. Os usuários finais não têm permissão para alterar a parte interna de nenhum
componente, mas devem resolver o problema em conjunto com o fabricante para
evitar danos ao produto.
10. Durante a instalação, uso e manutenção deste produto, observe os seguintes
normas:
GB3836.13-1997 “Equipamento elétrico para ambientes de gases explosivos,
parte 13: Reparo e revisão geral de aparelhos usados em atmosferas de gases
explosivos”
GB3836.15-2000 “Equipamento elétrico para ambientes de gases explosivos,
parte 15: Instalações elétricas em áreas classificadas (exceto minas)”
GB3836.16-2006 “Equipamento elétrico para ambientes de gases explosivos,
parte 16: Inspeção e manutenção de instalação elétrica (exceto minas)”
GB50257-1996 “Código para a construção e aceitação do dispositivo elétrico para
ambientes explosivos e engenharia de instalação de equipamentos elétricos
perigosos”
GB15577-1995 “Regulamentação de segurança para ambientes com poeira
explosiva”
GB12476.2-2006 “Equipamento elétrico para uso no presença de poeira
combustível parte 1-2: Equipamento elétrico protegido por gabinetes e limitação
de temperatura do superfície - seleção, instalação e manutenção”
25
Fevereiro de 2015
Guia de início rápido
I3 Segurança intrínseca China
Certificado: GYJ111384X
Padrões:
GB3836.1-2000, GB3836.4-2000
Marcações: Ex ia IIC T4/T5/T6
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. A faixa de temperatura ambiente é:
Selecione o Desempenho melhorado nas Opções
Saída do transmissor
Alimentação máxima de
entrada: (W)
Código T
Temperatura ambiente
0,67
T6
-60 °C ≤ Ta ≤ +40 °C
0,67
T5
-60 °C ≤ Ta ≤ +50 °C
1
T5
-60 °C ≤ Ta ≤ +40 °C
A
F ou W
1
T4
-60 °C ≤ Ta ≤ +80 °C
1,3
T4
-50 °C ≤ Ta ≤ +60 °C
5,32
T4
-50 °C ≤ Ta ≤ +60 °C
Selecione o Desempenho melhorado nas Opções
Alimentação máxima de entrada:
(W)
Código T
Temperatura ambiente
0,67
T6
-60 °C ≤ Ta ≤ +40 °C
0,67
T5
-60 °C ≤ Ta ≤ +50 °C
0,80
T5
-60 °C ≤ Ta ≤ +40 °C
0,80
T4
-60 °C ≤ Ta ≤ +80 °C
2. Parâmetros:
Não selecione o Desempenho melhorado nas Opções
Terminais do fonte de alimentação (+, -)
Saída do
transmissor
Entrada
máxima
voltagem:
Ui (V)
Corrente
máxima de
entrada:
Ii (mA)
Alimentação
máxima de
entrada:
Pi (W)
Parâmetros internos máximos:
Ci (nF)
Li(mH)
A
30
200
0,67/1
10
0
F, W
30
300
1,3
2,1
0
F,W (FISCO)
17,5
380
5,32
2,1
0
Terminais do sensor (1,2,3,4)
Saída do
transmissor
Tensão máxima
de saída:
Uo (V)
Corrente
máxima de
saída:
Io (mA)
A
13,6
80
F, W
13,9
23
26
Alimentação
máxima de
saída:
Po (W)
Parâmetros internos máximos:
Co (nF)
Lo(mH)
0,08
75
0
0,079
7,7
0
Guia de início rápido
Fevereiro de 2015
Selecione o Desempenho melhorado nas Opções
Terminais do fonte de alimentação (+, -)
Entrada máxima
voltagem:
Ui (V)
Corrente máxima
de entrada:
Ii (mA)
Energia máxima de
entrada:
Pi (W)
Máximos internos
parâmetros:
Ci (nF)
Li(mH)
3,3
0
150 (Ta ≤ +80 °C)
30
170 (Ta ≤ +70 °C)
0,67 / 0,8
190 (Ta ≤ +60 °C)
Terminais do sensor (1,2,3,4)
Tensão máxima de
saída:
Uo (V)
Corrente máxima
de saída:
Io (mA)
Energia máxima de
saída:
Po (W)
13,6
80
0,08
Gás
grupo
Máximos internos
parâmetros:
Co (nF)
Lo(mH)
IIC
0,816
5,79
IIB
5,196
23,4
IIA
18,596
48,06
3. Este produto está de acordo com os requisitos dos dispositivos de campo FISCO
especificados no IEC60079—27: 2008. Para a conexão de um laço intrinsecamente
seguro de acordo com o modelo FISCO, os parâmetros FISCO deste produto são os
mencionados acima.
4. O produto deve ser usado com equipamento associado com certificação Ex que
estabeleça um sistema de proteção contra explosões e que possa ser usado em
ambientes de gases explosivos. A fiação e os terminais devem estar em
conformidade com o manual de instruções do produto e equipamento associado.
5. O cabo entre este produto e o equipamento associado deve ser um cabo blindado
(os cabos devem ter blindagem isolada). O blindado deve ser aterrado de modo
confiável em área não classificada.
6. Os usuários finais não têm permissão para alterar a parte interna de nenhum
componente, mas sim resolver o problema em conjunto com o fabricante para
evitar danos ao produto.
7. Durante a instalação, uso e manutenção deste produto, observe os seguintes
normas:
GB3836.13-1997 “Equipamento elétrico para ambientes de gases explosivos,
parte 13: Reparo e revisão geral de aparelhos usados em atmosferas de gases
explosivos”
GB3836.15-2000 “Equipamento elétrico para ambientes de gases explosivos,
parte 15: Instalações elétricas em áreas classificadas (exceto minas)”
GB3836.16-2006 “Equipamento elétrico para ambientes de gases explosivos,
parte 16: Inspeção e manutenção de instalação elétrica (exceto minas)”
GB50257-1996 “Código para a construção e aceitação do dispositivo elétrico para
ambientes explosivos e engenharia de instalação de equipamentos elétricos perigosos”
27
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N3 China tipo n
Certificado: GYJ101421
Padrões:
GB3836.1-2000, GB3836.8-2003
Marcações: Ex nA nL IIC T5/T6
Condições Especiais de Uso Seguro (X):
1. A relação entre o código T e um faixa de temperatura ambiente é de:
Não selecione o Desempenho melhorado nas Opções:
Código T
Temperatura ambiente
T5
-40 °C ≤ Ta ≤ +70 °C
Selecione o Desempenho melhorado nas Opções:
Código T
Temperatura ambiente
T6
-60 °C ≤ Ta ≤ +40 °C
T5
-60 °C ≤ Ta ≤ +85 °C
2. Tensão máxima de entrada: 42,4V.
3. Devem ser usados prensas-cabo, conduítes ou tampões de vedação, certificados
pela NEPSI com tipo de proteção Ex e ou Ex n e tipo de rosca adequada e grau IP54
nas conexões externas e entradas de cabos redundantes.
4. A manutenção deve ser feita em áreas não perigosas.
5. Os usuários finais não têm permissão para alterar a parte interna de nenhum
componente, mas sim resolver o problema em conjunto com o fabricante para
evitar danos ao produto.
6. Durante a instalação, uso e manutenção deste produto, observe os seguintes normas:
GB3836.13-1997 “Equipamento elétrico para ambientes de gases explosivos,
parte 13: Reparo e revisão geral de aparelhos usados em atmosferas de gases
explosivos”
GB3836.15-2000 “Equipamento elétrico para ambientes de gases explosivos,
parte 15: Instalações elétricas em áreas classificadas (exceto minas)”
GB3836.16-2006 “Equipamento elétrico para ambientes de gases explosivos,
parte 16: Inspeção e manutenção de instalação elétrica (exceto minas)”
GB50257-1996 “Código para a construção e aceitação do dispositivo elétrico para
ambientes explosivos e engenharia de instalação de equipamentos elétricos perigosos”
EAC - Bielorrússia, Cazaquistão, Rússia
EM Regulamento Técnico do União Aduaneira (EAC) à prova de fogo
Certificado: RU C-US.GB05.B.00289
Padrões:
GOST R IEC 60079-0-2011, GOST IEC 60079-1-2011
Marcações: 1Ex d IIC T6…T1 Gb X, T6(-50 °C ≤ Ta ≤ +40 °C),
T5…T1(-50 °C ≤ Ta ≤ +60 °C); IP65/IP66/IP68
Condições especiais para Uso Seguro (X):
1. Consulte o certificado sobre os condições especiais.
IM Regulamento Técnico do União Aduaneira (EAC) de segurança intrínseca
Certificado: RU C-US.GB05.B.00289
Padrões:
GOST R IEC 60079-0-2011, GOST R IEC 60079-11-2010
Marcações: [HART]: 0Ex ia IIC T4…T6 Ga X; [Fieldbus/PROFIBUS]: 0Ex ia IIC T4 Ga X
Condições especiais para Uso Seguro (X):
1. Consulte o certificado sobre os condições especiais.
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Japão
E4 Japão à prova de chamas
Certificado: TC20671 [J2 com LCD], TC20672 [J2], TC20673 [J6 com LCD], TC20674 [J6]
Marcações: Ex d IIC T5
Combinações
K1 Combinação de E1, I1, N1, e ND
K2 Combinação de E2 e I2
K5 Combinação de E5 e I5
K7 Combinação de E7, I7 e N7
KA Combinação de K6, E1 e I1
KB Combinação de K5 e K6
KC Combinação de I5 e I6
KD Combinação de E5, I5, K6, E1e I1
KM Combinação de EM e IM
Certificações adicionais
SBS Aprovação tipo American Bureau of Shipping (ABS)
Certificado:
11-HS771994A-1-PDA
Regras do ABS: Regras de embarcações de aço 2013 1-1-4/7.7, 1-1-Apêndice 3,
4-8-3/1.7, 4-8-3/13.1
SBV Aprovação tipo Bureau Veritas (BV)
Certificado:
26325/A2 BV
Requisitos:
Regras Bureau Veritas para a classificação de navios de aço
Aplicação:
Notações de classe: AUT-UMS, AUT-CCS, AUT-PORT e AUT-IMS.
SDN Aprovação tipo Det Norske Veritas (DNV)
Certificado:
A-13246
Uso previsto:
Regras do Det Norske Veritas para a classificação de navios,
embarcações de alta velocidade e leves e normas de alto mar do Det
Norske Veritas
Aplicação:
Classes de locais: Temperatura: D; Umidade: B; Vibração: A; EMC: B;
Gabinete: B/IP66: A, C/IP66: SST
SLL Aprovação tipo Lloyds Register (LR)
Certificado:
11/60002
Aplicação:
Para uso em categorias ambientais ENV1, ENV2, ENV3 e ENV5
29
Fevereiro de 2015
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Tabela 4. Temperaturas de processo
Ambiente máxima
T6
T5
T4
T3
T2
T1
T130
+40 °C
+60 °C
+60 °C
+60 °C
+60 °C
+60 °C
+70 °C
Extensão do sensor
Transmissor com display LCD
0-pol.
55 °C
70 °C
95 °C
95 °C
95 °C
95 °C
95 °C
3-pol.
55 °C
70 °C
100 °C
100 °C
100 °C
100 °C
100 °C
6-pol.
60 °C
70 °C
100 °C
100 °C
100 °C
100 °C
100 °C
9-pol.
65 °C
75 °C
110 °C
110 °C
110 °C
110 °C
110 °C
100 °C
Transmissor sem display LCD
0-pol.
55 °C
70 °C
100 °C
170 °C
280 °C
440 °C
3-pol.
55 °C
70 °C
110 °C
190 °C
300 °C
450 °C
110 °C
6-pol.
60 °C
70 °C
120 °C
200 °C
300 °C
450 °C
110 °C
9-pol.
65 °C
75 °C
130 °C
200 °C
300 °C
450 °C
120 °C
Tabela 5. Parâmetros do entidade
Fieldbus/PROFIBUS
HART
HART (Avançado)
Ui (V)
30
30
30
Ii (mA)
300
200
150 para Ta ≤ +80 °C
170 para Ta ≤ +70 °C
190 para Ta ≤ +60 °C
Pi (W)
1,3 @ T4 (-50 °C ≤ Ta ≤ +60 °C)
0,67 @ T6 (-60 °C ≤ Ta ≤ +40 °C)
0,67 @ T5 (-60 °C ≤ Ta ≤ +50 °C)
1,0 @ T5 (-60 °C ≤ Ta ≤ +40 °C)
1,0 @ T4 (-60 °C ≤ Ta ≤ +80 °C)
0,67 @ T6 (-60 °C ≤ Ta ≤ +40 °C)
0,67 @ T5 (-60 °C ≤ Ta ≤ +50 °C)
0,80 @ T5 (-60 °C ≤ Ta ≤ +40 °C)
0,80 @ T4 (-60 °C ≤ Ta ≤ +80 °C)
Ci (nF)
2,1
10
3,3
Li (mH)
0
0
0
30
Fevereiro de 2015
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Figura 8. Declaração de conformidade EC para o transmissor de temperatura 644
31
Guia de início rápido
32
Fevereiro de 2015
Fevereiro de 2015
Guia de início rápido
33
Guia de início rápido
34
Fevereiro de 2015
Fevereiro de 2015
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35
Fevereiro de 2015
Guia de início rápido
Declaração de conformidade da CE
N.º: RMD 1016 Rev. M
Nós,
Rosemount Inc.
8200 Market Boulevard
Chanhassen, MN 55317-9685
EUA
declaramos, sob nossa inteira responsabilidade, que o produto
Transmissor de temperatura modelo 644
fabricado por,
Rosemount Inc.
8200 Market Boulevard
Chanhassen, MN 55317-9685
EUA
a que esta declaração se refere, encontra-se em conformidade com o disposto nas Diretrizes da
Comunidade Europeia, incluindo as últimas alterações, conforme apresentado na programação
anexa.
A suposição de conformidade baseia-se na aplicação das normas harmonizadas e, quando
aplicável ou necessário, na certificação de um organismo notificado da Comunidade Europeia,
conforme indicado na programação em anexo.
Vice-presidente de Qualidade Global
(nome do cargo – impresso)
Kelly Klein
10 out 2014
(nome – impresso)
(data de emissão)
Página 1 de 5
36
Revisão do documento: 2013_A
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Declaração de conformidade da CE
N.º: RMD 1016 Rev. M
Diretriz EMC (2004/108/CE)
Todos os modelos
Normas harmonizadas: EN 61326-1:2006, EN 61326-2-3: 2006
Diretiva ATEX (94/9/EC)
Transmissor de temperatura montagem de cabeçote/em campo aperfeiçoado
Modelo 644
(Saída analógica/HART)
Baseefa12ATEX0101X – Certificado de segurança intrínseca
Equipamento Grupo II, Categoria 1 G
Ex ia IIC T6…T4 Ga
Normas harmonizadas:
EN 60079-0:2012; EN 60079-11:2012
BAS00ATEX3145 – Certificado tipo n
Equipamento Grupo II, Categoria 3 G
Ex nA IIC T5 Gc
Normas harmonizadas:
EN 60079-0: 2012; EN 60079-15: 2010
Baseefa12ATEX0102U - Certificado tipo n; nenhuma opção de gabinete
Equipamento Grupo II, Categoria 3 G
Ex nA IIC T6…T5 Gc
Normas harmonizadas:
EN 60079-0:2012; EN 60079-15:2010
Transmissor de temperatura existente com montagem de cabeçote modelo 644
(Saída analógica/HART)
Baseefa00ATEX1033X – Certificado de segurança intrínseca
Equipamento Grupo II, Categoria 1 G
Ex ia IIC T6…T4 Ga
Normas harmonizadas:
EN 60079-0: 2012; EN 60079-11: 2012
Página 2 de 5
Revisão do documento: 2013_A
37
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Declaração de conformidade da CE
N.º: RMD 1016 Rev. M
BAS00ATEX3145 – Certificado tipo n
Equipamento Grupo II, Categoria 3 G
Ex nA IIC T5 Gc
Normas harmonizadas:
EN 60079-0: 2012; EN 60079-15: 2010
Baseefa13ATEX0093X – Certificado tipo n; nenhuma opção de gabinete
Equipamento Grupo II, Categoria 3 G
Ex nA IIC T5 Gc
Normas harmonizadas:
EN 60079-0: 2012; EN 60079-15: 2010
Transmissor de temperatura existente com montagem de cabeçote modelo 644
(Saída fieldbus)
Baseefa03ATEX0499X – Certificado de segurança intrínseca
Equipamento Grupo II, Categoria 1 G
Ex ia IIC T4 Ga
Normas harmonizadas:
EN 60079-0: 2012; EN 60079-11: 2012
Baseefa13ATEX0093X – sem opção de gabinete
Equipamento Grupo II, Categoria 3 G
Ex nA IIC T5 Gc
Normas harmonizadas:
EN 60079-0: 2012; EN 60079-15: 2010
Página 3 de 5
38
Revisão do documento: 2013_A
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Declaração de conformidade da CE
N.º: RMD 1016 Rev. M
Transmissor de temperatura montagem de cabeçote/em campo modelo 644
(Todas os protocolos de saída)
FMG12ATEX0065X – Certificado à prova de explosão
Equipamento Grupo II, Categoria 2 G
Ex d IIC T6 Gb
Normas harmonizadas:
EN 60079-0:2012, EN 60079-1:2007
FMG12ATEX0065X – Certificado de poeira
Equipamento Grupo II, Categoria 2 D
Ex tb IIIC T130 °C Db
Normas harmonizadas:
EN 60079-0:2012, EN 60079-31:2009
Transmissores de temperatura de montagem de trilho modelos 644R
(Saída HART)
Baseefa00ATEX1033X – Certificado de segurança intrínseca
Equipamento Grupo II, Categoria 1 G
Ex ia IIC T6…T4 Ga
Normas harmonizadas:
EN 60079-0: 2012; EN 60079-11: 2012
Baseefa13ATEX0093X – sem opção de gabinete
Equipamento Grupo II, Categoria 3 G
Ex nA IIC T5 Gc
Normas harmonizadas:
EN 60079-0: 2012; EN 60079-15: 2010
Página 4 de 5
Revisão do documento: 2013_A
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Fevereiro de 2015
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Declaração de conformidade da CE
N.º: RMD 1016 Rev. M
Órgãos notificados ATEX para certificados de avaliação do tipo CE
FM Approvals Ltd. [Número do órgão notificado: 1725]
1 Windsor Dials
Windsor, Berkshire, SL4 1RS
Reino Unido
Baseefa Limited [Número do órgão notificado: 1180]
Rockhead Business Park Staden Lane
SK17 9RZ Buxton
Reino Unido
Órgão notificado ATEX para garantia de qualidade
Baseefa Limited [Número do órgão notificado: 1180]
Rockhead Business Park Staden Lane
SK17 9RZ Buxton
Reino Unido
Página 5 de 5
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Revisão do documento: 2013_A
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41
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00825-0222-4728, Rev DB
Fevereiro de 2015
Sede Mundial da Rosemount
Emerson Process Management
6021 Innovation Blvd
Shakopee, MN 55379, EUA
+1 800 999 9307 ou +1 952 906 8888
+1 952 949 7001
[email protected]
Emerson Process Management
Brasil LTDA
Av. Holingsworth, 325
Iporanga, Sorocaba, São Paulo
18087-105
Brasil
55-15-3238-3788
55-15-3238-3300
Escritório Regional da América do Norte
Emerson Process Management
8200 Market Blvd.
Chanhassen, MN 55317, EUA
+1 800 999 9307 ou +1 952 906 8888
+1 952 949 7001
[email protected]
Escritório Regional da América Latina
Emerson Process Management
1300 Concord Terrace, Suite 400
Sunrise, Florida, 33323, EUA
+1 954 846 5030
+1 954 846 5121
[email protected]
Escritório Regional da Europa
Emerson Process Management Europe GmbH
Neuhofstrasse 19a P.O. Box 1046
CH 6340 Baar
Suíça
+41 (0) 41 768 6111
+41 (0) 41 768 6300
[email protected]
Escritório Regional da Ásia-Pacífico
Emerson Process Management Asia Pacific Pte Ltd
1 Pandan Crescent
Cingapura 128461
+65 6777 8211
+65 6777 0947
[email protected]
Escritório Regional do Oriente Médio e África
Emerson Process Management
Emerson FZE P.O. Box 17033,
Jebel Ali Free Zone - South 2
Dubai, Emirados Árabes Unidos
+971 4 8118100
+971 4 8865465
[email protected]
Os Termos e condições de venda padrão podem ser encontrados em
www.rosemount.com\terms_of_sale.
AMS e o logotipo da Emerson são marcas comerciais registradas
e marcas de serviços da Emerson Electric Co.
Rosemount e o logotipo da Rosemount são marcas comerciais
registradas da Rosemount Inc.
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