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00825-0113-4107, Rev CC
Julho 2016
Transmissor de Pressão 2051 e
Caudalímetro da Série 2051CF da
Rosemount™
com Protocolo HART® 4–20 mA e HART 1–5Vdc de
Baixa Potência (Revisão 5 e 7)
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Julho 2016
OBSERVAÇÃO
Este guia fornece as diretrizes básicas para a instalação dos Transmissores de Pressão da Série 2051 da
Rosemount. O guia não fornece instruções para a configuração, o diagnóstico, a manutenção, os serviços e o
diagnóstico de problemas, nem para as instalações à prova de explosão, à prova de chamas ou
intrinsecamente seguras (I.S.). Consulte o Manual de Referência do Rosemount 2051para mais instruções.
Este manual também pode ser obtido eletronicamente através do endereço
EmersonProcess.com/Rosemount.
AVISO
Explosões podem causar mortes ou ferimentos graves.
A instalação deste transmissor num ambiente onde existe o risco de explosão deve ser efetuada de acordo
com as normas, códigos e práticas locais, nacionais e internacionais aplicáveis. Leia a secção dos certificados
de aprovação no Manual de Referência do Modelo 2051 da Rosemount para obter mais informações sobre as
restrições associadas à instalação segura.
 Antes de ligar um comunicador HART num ambiente onde existe o risco de explosão, certifique-se de que
os instrumentos no circuito são instalados de acordo com as práticas intrinsecamente seguras ou práticas
à prova de incêndio de instalação de fios.
 Numa instalação à prova de explosão/chamas, não retire as tampas do transmissor quando a unidade
estiver ligada.
As fugas do processo podem causar ferimentos ou morte.
 Para evitar fugas do processo, use apenas o O-ring concebido para vedar com o adaptador de flange
correspondente.
Choques elétricos podem causar morte ou ferimentos graves.
 Evite o contacto com os condutores e terminais. A alta tensão, que poderá estar presente nos condutores,
pode provocar choques elétricos.
Entradas de condutas/cabos
 A não ser que a marcação indique de outra forma, as entradas de condutas/cabos na caixa do transmissor
utilizam um tipo de rosca 1/2—14 NPT.
 As entradas marcadas com “M20” têm roscas do tipo M20 ⫻ 1,5. Em dispositivos com várias entradas de
conduta, todas as entradas têm o mesmo tipo de rosca.
 Utilize apenas tampões, adaptadores, bucins ou condutas com um tipo de rosca compatível para fechar
estas entradas.
Índice
Preparação do sistema. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
Montar o transmissor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Considerar a rotação da caixa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
Configurar os interruptores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
Proceder à ligação elétrica e ligar o sistema. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
Verificar a configuração do transmissor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
Ajustar o transmissor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Sistemas com instrumentos de segurança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
Certificações do produto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
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1.0 Preparação do sistema
1.1 Confirmar a capacidade de Revisão HART


Caso esteja a utilizar sistemas de controlo ou de gestão de bens baseados em
HART, confirme a capacidade HART desses sistemas antes de proceder à
instalação do transmissor. Nem todos os sistemas são capazes de comunicar
com o Protocolo HART Revisão 7. Este transmissor pode ser configurado para
o HART Revisão 5 ou 7.
Para obter instruções sobre como alterar a revisão HART do seu transmissor,
consulte a página 15.
1.2 Confirme que o driver utilizado é o correto para o dispositivo


Confirme que possui o último driver de dispositivo (DD/DTM™) instalado nos
seus sistemas para assegurar comunicações adequadas.
Faça o download dos ficheiros do driver de dispositivo mais recente em
EmersonProcess.com ou HARTComm.org.
1.3 Revisões e Drivers de Dispositivo para o Rosemount 2051
Confirme que possui o último driver de dispositivo (DD/DTM) instalado nos seus
sistemas para assegurar comunicações adequadas.
1. Faça o download do mais recente DD em EmersonProcess.com ou
HARTComm.org.
2. No menu suspenso Browse by Member (Procurar por membro), selecione a
unidade de negócios Rosemount da Emerson Process Management.
3. Selecione o produto pretendido. Na Tabela 1, utilize os números da Revisão
Universal HART e Revisão do Dispositivo para localizar o Driver de Dispositivo
correto.
Tabela 1. Revisões e Ficheiros de Dispositivo para o Rosemount 2051
Identificar o dispositivo
Data de
Revisão do
lançamento software
do software NAMUR(1)
Revisão do
software
HART(2)
Localizar os ficheiros do
driver de dispositivo
Consultar
instruções
Verificar a
funcionalidade
Revisão
Revisão do
universal
dispositivo(2)
HART
Número de
documento
do manual
Alterações ao
software(3)
AA
Consulte a Nota
de rodapé 3 para
obter uma lista
de alterações.
7
Abril 2012
1.0.0
01
Janeiro 1998
N/A
178
10
5
9
5
3
N/A
1. A revisão do software NAMUR está localizada na etiqueta de hardware do dispositivo. A revisão do
software HART pode ser lida utilizando uma ferramenta de configuração com capacidade HART.
2. Os nomes do ficheiro do driver de dispositivo utilizam dispositivo e revisão DD, por exemplo 10_01.
O Protocolo HART destina-se a permitir que as revisões seguintes do driver do dispositivo continuem
a comunicar com novos dispositivos HART. Para aceder a novas funcionalidades, terá de fazer o
download do novo driver de dispositivo. Recomenda-se que faça o download dos novos ficheiros
do driver de dispositivo para assegurar todas as funcionalidades.
3. HART Revisão 5 e 7 Selecionáveis, Certificação de Segurança. Interface do Operador Local, Alertas
do Processo, Variável Escalada, Alarmes Configuráveis, Unidades de Engenharia Avançada.
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2.0 Montar o transmissor
2.1 Aplicações em líquido
1. Coloque as tomas de pressão na lateral da linha.
2. Monte ao lado ou abaixo das tomas de pressão.
3. Monte o transmissor de modo que as válvulas de drenagem/ventilação fiquem
orientadas para cima.
Figura 1. Aplicações Líquidas
Caudal
Flow
B
A
A. Coplanar
B. Em linha
2.2 Aplicações em gás
1. Coloque as tomas de pressão na parte superior ou na parte lateral da linha.
2. Monte o transmissor na parte lateral ou acima das tomas de pressão.
Figura 2. Aplicações em Gás
Caudal
Flow
A
A. Coplanar
B. Em linha
B
2.3 Aplicações em vapor
1. Coloque as tomas de pressão na lateral da linha.
2. Monte ao lado ou abaixo das tomas de pressão.
3. Encha as linhas de impulso com água.
Figura 3. Aplicações em Vapor
Caudal
Flow
A
A. Coplanar
B. Em linha
4
B
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Figura 4. Montagem em Tubo e em Painel
Modelo 2051C da Rosemount
Montagem em painel(1)
Montagem em tubo
Flange coplanar
Flange tradicional
Rosemount 2051T
1. Os parafusos do painel são fornecidos pelo cliente.
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2.4 Considerações sobre os parafusos
Se a instalação do transmissor requerer a montagem de flanges de processo,
tubos de distribuição ou adaptadores de flange, siga estas diretrizes de
montagem para assegurar uma boa vedação para obter as caraterísticas de
desempenho ideais dos transmissores. Utilize apenas os parafusos fornecidos
com o transmissor ou vendidos pela Emerson™ Process Management como peças
sobresselentes. A Figura 5 ilustra os conjuntos de transmissores comuns com o
comprimento de parafuso necessário para montar o transmissor devidamente.
Figura 5. Conjuntos de Transmissores Comuns
C
A
D
mm
4 57
× 2.25-in.
(4 X
2,25
pol.)
(57
mm)
444 mm
(4 X 1,75
pol.)
× 1.75-in.
(44 mm)
B
4 ×44
1.75-in.
mm
(4 (44
X 1,75
mm)pol.)
mm
4 ×44
1.75-in.
(4(44
X 1,75
mm)pol.)
444 mm
(4 X 1,75
pol.)
× 1.75-in.
(44 mm)
734mm
(4 X 2,88
pol.)
× 2.88-in.
(73 mm)
A. Transmissor com flange coplanar
B. Transmissor com flange coplanar e adaptadores de flange opcionais
C. Transmissor com flange tradicional e adaptadores de flange opcionais
D. Transmissor com flange coplanar e bloco de válvulas e adaptadores de flange
opcionais
Os parafusos são normalmente de aço de carbono ou aço inoxidável. Confirme o
material olhando para as marcas na cabeça do parafuso e consultando a Tabela 2.
Se o material do parafuso não for mostrado na Tabela 2, contacte o
representante local da Emerson Process Management para obter mais
informações.
Utilize o seguinte procedimento para a instalação de parafusos:
1. Os parafusos de aço de carbono não requerem lubrificação e os parafusos de
aço inoxidável são revestidos por um lubrificante para facilitar a instalação.
Contudo, não deve ser aplicado lubrificante adicional quando instalar
qualquer tipo de parafusos.
2. Aperte os parafusos manualmente.
3. Aperte os parafusos de acordo com o valor de binário de aperto inicial
utilizando um padrão cruzado.
Consulte a Tabela 2 para obter os valores de binário de aperto iniciais.
4. Aperte os parafusos de acordo com o valor de binário final utilizando o mesmo
padrão cruzado. Consulte a Tabela 2 para obter os valores de binário de aperto
finais.
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5. Verifique se os parafusos de flange saem através da placa isoladora antes de
aplicar pressão.
Tabela 2. Valores de Binário de Aperto para a Flange e os Parafusos do
Adaptador de Flange
Material do
parafuso
Marcas na cabeça
Aço Carbono (CS)
B7M
316
B8M
316
R
STM
316
Aço Inoxidável (SST)
316
Binário de
aperto inicial
Binário de
aperto final
300 pol-lb
650 pol-lb
150 pol-lb
300 pol-lb
SW
316
AVISO
A não instalação de O-rings do adaptador da flange adequados pode provocar fugas no processo, que
podem resultar em morte ou ferimentos graves. Os dois adaptadores de flange são distinguidos por
ranhuras diferentes dos O-rings. Utilize apenas o O-ring concebido para o adaptador de flange
específico, de acordo com o apresentado abaixo.
Rosemount 3051S/3051/2051/3095
3051S/3051/2051/3095
A
B
C
D
Rosemount
Rosemount 1151
1151
A
B
C
D
A. Adaptador de Flange
B. O-ring
C. Com base em PTFE (o perfil é quadrado)
D. Elastómero (o perfil é redondo)
2.5 Vedação ambiental para caixa
É necessária uma pasta ou fita de vedação roscada (PTFE) nas roscas macho da
conduta para providenciar uma vedação de conduta à prova de pós/água e que
cumpra os requisitos da NEMA® Tipo 4X, IP66 e IP68. Consulte a fábrica, se forem
necessárias outras classificações de Proteção contra Entrada.
Para roscas M20, instale tomadas da conduta para acoplamento roscado total ou
até ser encontrada resistência mecânica.
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2.6 Orientação do transmissor do medidor em linha
A entrada do lado da baixa pressão (referência atmosférica) no transmissor de
montagem em linha encontra-se localizada no colo do transmissor, por trás da
caixa.
O circuito de ventilação encontra-se 360° à volta do transmissor, entre a caixa e o
sensor. (Consulte a Figura 6.)
CUIDADO
Mantenha o circuito de ventilação sem obstruções, incluindo, entre outros, tinta, pó e lubrificação
durante a montagem do transmissor, para que os contaminantes possam drenar.
Figura 6. Porta de Pressão do Lado Inferior de Montagem em Linha
A
A. Porta de pressão do lado inferior (referência atmosférica)
3.0 Considerar a rotação da caixa
Para melhorar o acesso de campo aos fios ou permitir uma melhor visualização do
mostrador LCD opcional:
1. Desaperte o parafuso de ajuste de rotação da caixa utilizando uma chave
sextavada de 5/64 pol.
2. Rode a caixa para a esquerda ou para a direita ao máximo até 180° partindo da
posição original.(1)
Nota
O transmissor será danificado se a caixa for rodada demasiado.
3. Volte a apertar o parafuso de ajuste da rotação da caixa até um máximo de
7 pol-lb assim que for atingido o local pretendido.
Figura 7. Parafuso de Ajuste da Caixa do Transmissor
A
A. Parafuso de ajuste da rotação da caixa (5/64 pol.)
1. A posição original do 3051C da Rosemount alinha com o lado “H”; a posição original do 3051T da Rosemount fica
no lado oposto dos orifícios do suporte.
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4.0 Configurar os interruptores
Defina a configuração do interruptor de alarme e segurança antes da instalação
conforme mostrado na Figura 8.
 O interruptor de alarme define o alarme de saída analógica para alto ou baixo.
- O alarme predefinido é alto.
 O interruptor de Segurança permite ( ) ou impede ( ) qualquer
configuração do transmissor.
- A segurança predefinida é desligada ( ).
Utilize o seguinte procedimento para alterar a configuração do interruptor:
1. Se o transmissor estiver instalado, certifique-se de que o circuito está seguro e
desligue a alimentação.
2. Retire a tampa da caixa oposta ao lado do terminal de campo. Não retire a
tampa do instrumento em ambientes explosivos quando o circuito estiver a
receber alimentação elétrica.
3. Mova os interruptores de segurança e de alarme para a posição desejada
utilizando uma chave de fendas pequena.
4. Volte a colocar a tampa do transmissor. A tampa deve estar completamente
encaixada para satisfazer os requisitos da certificação à prova de explosão.
Figura 8. Placa eletrónica do transmissor
Sem o Mostrador LCD
Com mostrador LOI/LCD
A
B
A. Alarme
B. Segurança
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5.0 Proceder à ligação elétrica e ligar o sistema
Deve ser utilizado um cabo de dois fios entrançados e blindados para se obterem
melhores resultados. Utilize um fio de 24 AWG ou superior que não exceda os
1500 metros (5000 pés) de comprimento. Se aplicável, instale os fios com uma
malha de gotejamento. Ajuste a malha de gotejamento de modo a que a parte
inferior fique abaixo das ligações da conduta e da caixa do transmissor.
Figura 9. Ligações do Transmissor (HART de 4–20 mA)
B
A
A. Fonte de alimentação de V CC
B. RL ≥ 250 (necessário apenas para comunicação HART)
Figura 10. Ligações do Transmissor (1–5 V CC de Baixa Potência)
B
A
A. Fonte de alimentação
B. Voltímetro
CUIDADO
 A instalação do bloco de terminais de proteção contra transitórios não oferece proteção contra
transitórios a menos que a caixa do Rosemount 2051 esteja devidamente ligada à terra.
 Não instale os fios de sinal na conduta ou em calhas abertas junto de cabos de ligação ou perto de
equipamento elétrico de potência elevada.
 Não ligue os fios de sinal ligados à alimentação aos terminais de teste. A corrente pode danificar o
díodo de teste no bloco de terminais.
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Siga os seguintes passos para ligar os fios do transmissor:
1. Retire a tampa da caixa no lado dos terminais de campo.
2. Ligue os condutores, como mostrado na Figura 9 ou Figura 10.
3. Aperte os parafusos dos terminais para garantir contacto total com o parafuso
e anilha do bloco de terminais. Quando usar um método de ligação direta,
envolva o fio no sentido dos ponteiros do relógio para garantir que está no
lugar quando apertar o parafuso do bloco de terminais.
Nota
A utilização de um terminal de ilhós ou pino não é recomendada, pois a ligação pode ser
mais suscetível a afrouxamento com o passar do tempo ou sob vibração.
4. Ligue a caixa à terra para cumprir os regulamentos de ligação à terra locais.
5. Certifique-se de que existe uma boa ligação à terra. É importante que a
blindagem do cabo do instrumento:
a. seja ajustada e isolada para não tocar na caixa do transmissor;
b. seja ligada à blindagem seguinte se o cabo for encaminhado através de uma
caixa de junção;
c. seja ligada a uma boa ligação à terra na extremidade da fonte de
alimentação.
6. Se for necessária proteção contra transientes, consulte a secção “Ligação à
terra do bloco de terminais de proteção contra transientes” na página 12 para
obter instruções de ligação à terra.
7. Tape e vede conexões da conduta não utilizadas.
8. Volte a colocar a tampa da caixa.
Figura 11. Ligação à Terra
A
D
DP
C
B
E
A. Corte e isole a blindagem
D. Localização da ligação à terra
B. Isole a blindagem
interna
C. Termine o fio de drenagem da blindagem do E. Localização da ligação à terra
cabo para a ligação à terra
externa
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5.1 Ligação à terra do bloco de terminais de proteção contra
transientes
A terminação de ligação à terra é fornecida no lado externo da caixa dos
componentes eletrónicos e no interior do compartimento dos terminais. Estas
ligações à terra são utilizadas quando são instalados blocos de terminais de
proteção contra transientes. Recomenda-se a utilização de um fio de 18 AWG ou
maior para ligar a caixa à terra (interna ou externa).
Se o transmissor não estiver ligado para ativação e comunicação, siga o Passo 1 a
8 de “Proceder à ligação elétrica e ligar o sistema” na página 10. Se o transmissor
estiver devidamente ligado, consulte na Figura 11 os locais de ligação à terra de
proteção transiente internos e externos.
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6.0 Verificar a configuração do transmissor
Verifique a configuração utilizando uma ferramenta de configuração com
capacidade HART ou a Interface de Operador Local (LOI) — código de opção M4.
As instruções de configuração para um Comunicador de Campo e Interface do
Operador Local (LOI) estão incluídas neste passo. Consulte o Manual de
Referência do Rosemount 2051 para as instruções de configuração utilizando o
AMS™ Device Manager.
6.1 Verificar a configuração com um Comunicador de Campo
Deverá ser instalado um Driver de Dispositivo (DD) do Rosemount 2051 no
comunicador de campo para verificar a configuração. As sequências de teclas
rápidas para o mais recente DD são apresentadas na Tabela 3 na página 13. Para
as sequências de teclas rápidas utilizando DD posteriores, contacte o seu
representante local da Emerson Process Management.
Nota
A Emerson recomenda a instalação do mais recente Driver de Dispositivo (DD) para aceder a
todas as funcionalidades.
Visite EmersonProcess.com ou HARTComm.org.
1. Verifique a configuração do dispositivo utilizando as sequências de teclas
rápidas da Tabela 3.
a. Uma marca de verificação () indica os parâmetros de configuração
básicos. Estes parâmetros devem ser verificados, no mínimo, durante a
configuração e inicialização.
b. A (7) indica disponibilidade apenas no modo HART revisão 7.
Tabela 3. Revisão do Dispositivo 9 e 10 (HART7), Revisão DD 1 - Sequência de
Teclas Rápidas
Função
Sequência de Teclas Rápidas
HART 7
HART 5

Alarm and Saturation Levels (Níveis do alarme e de saturação)
2, 2, 2, 5, 7
2, 2, 2, 5, 7

Damping (Amortecimento)
2, 2, 1, 1, 5
2, 2, 1, 1, 5

Range Values (Valores de Range)

2, 2, 2,
2, 2, 2
Tag (Etiqueta TAG)
2, 2, 7, 1, 1
2, 2, 7, 1, 1

Transfer Function (Função de Transferência)
2, 2, 1, 1, 6
2, 2, 1, 1, 6

Units (Unidades)
2, 2, 1, 1, 4
2, 2, 1, 1, 4
2, 2, 5, 3
2, 2, 5, 3
2, 2, 4
2, 2, 4
Date (Data)
2, 2, 7, 1, 4
2, 2, 7, 1, 3
Descriptor (Descritor)
2, 2, 7, 1, 5
2, 2, 7, 1, 4
3, 4, 2
3, 4, 2
Disable Configuration Buttons (Botões de Desativação da
Configuração)
2, 2, 6, 3
2, 2, 6, 3
Rerange with Keypad (Rerange com Teclado)
2, 2, 2, 1
2, 2, 2, 1
3, 5, 1
3, 5, 1
Burst Mode (Modo de rajada)
Custom Display Configuration (Configuração Personalizada
do Mostrador)
Digital to Analog Trim (4–20 mA Output) (Trim Digital para
Analógico (Saída de 4—20 mA))
Loop Test (Teste de Circuito)
13
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Tabela 3. Revisão do Dispositivo 9 e 10 (HART7), Revisão DD 1 - Sequência de
Teclas Rápidas
Sequência de Teclas Rápidas
Função
Lower Sensor Trim (Trim do Sensor Inferior)
Message (Mensagem)
HART 5
3, 4, 1, 2
2, 2, 7, 1, 6
2, 2, 7, 1, 5
Scaled D/A Trim (4–20 mA Output) (Trim D/A Escalado (Saída
de 4-20 mA))
3, 4, 2
3, 4, 2
Sensor Temperature/Trend (Temperatura do
Sensor/Tendência)
3, 3, 3
3, 3, 3
Upper Sensor Trim (Trim do Sensor Superior)
3, 4, 1, 1
3, 4, 1, 1
Digital Zero Trim (Trim de Zero Digital)
3, 4, 1, 3
3, 4, 1, 3
Password (Palavra-passe)
2, 2, 6, 5
2, 2, 6, 4
3, 2, 2
3, 2, 2
HART Revision 5 to HART Revision 7 switch (Interruptor de
alternância entre HART Revisão 5 e HART Revisão 7)
2, 2, 5, 2, 3
2, 2, 5, 2, 3
Long Tag (Tag Longo)
Scaled Variable (Variável Escalada)



HART 7
3, 4, 1, 2
2, 2, 7, 1, 2
N/A
Find Device (Localizar Dispositivo)
3, 4, 5
N/A
Simulate Digital Signal (Simular Sinal Digital)
3, 4, 5
N/A
6.2 Verificar a configuração com a Interface do Operador Local (LOI)
A Interface do Operador Local (LOI) opcional pode ser utilizada para
comissionamento do dispositivo. A Interface de Operador Local (LOI) consiste
num design de dois botões com botões internos e externos. Os botões internos
estão localizados no mostrador do transmissor, enquanto os botões externos
estão localizados sob a etiqueta metálica superior. Para ativar a Interface do
Operador Local (LOI), prima qualquer botão. A funcionalidade do botão da
Interface do Operador Local (LOI) é apresentada nos cantos inferiores do
mostrador. Consulte a Tabela 4 e a Figura 13 para obter informações relativas
ao funcionamento dos botões e menus.
Figura 12. Botões Internos e Externos da LOI
A
A. Botões Internos
B. Botões Externos
14
B
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Nota
Consulte a Figura 14 na página 17 para confirmar a funcionalidade do botão externo.
Tabela 4. Funcionamento dos Botões da LOI
Botão
Esquerdo
Não
PERCORRER
Direito
Sim
ENTER
Figura 13. Menu da LOI
Rever todos os parâmetros
aplicáveis configurados
no transmissor
VER CONFIG
TRIM DE ZERO
Ajustar unidades de
pressão e temperatura
UNIDADES
AJUSTAR os
valores 4–20 mA
aplicando pressão
RERANGE
Ajustar a saída
analógica para testar
a integridade do
circuito
TESTE DE CIRCUITO
MOSTRADOR
Configurar o
mostrador
AJUSTAR os
valores 4-20 mA
introduzindo valores
Calibração Total
Amortecimento
Função de Transferência
Atribuir a Variável do
Processo (PV)
Variável Escalada
MENU ALARGADO
Etiqueta Tag
Alarme e Saturação
SAIR DO MENU
Palavra-passe
Simulação
Revisão HART
6.3 Alterar o modo de revisão HART
Se a ferramenta de configuração HART for incapaz de comunicar com o HART
Revisão 7, o Rosemount 2051 irá carregar um menu genérico com capacidade
limitada. Os procedimentos que se seguem irão alterar o modo de revisão HART a
partir do menu genérico:
1. Manual Setup > Device Information > Identification > Message (Configuração
Manual > Informações do Dispositivo > Identificação > Mensagem)
a. Para mudar para HART Revisão 5, introduza: “HART5” no campo Message
(Mensagem).
b. Para mudar para HART Revisão 7, introduza: “HART7” no campo Message
(Mensagem).
15
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7.0 Ajustar o transmissor
Os dispositivos são calibrados na fábrica. Depois de instalados, recomenda-se que
realize o ajuste de zero nos transmissores de medidor e de pressão diferencial
para eliminar erros devido à posição de montagem ou efeitos da pressão estática.
Poderá efetuar um ajuste de zero utilizando o Comunicador de Campo ou os
botões de configuração.
Para as instruções utilizando o AMS Device Manager, consulte o Manual de
Referência do Rosemount 2051.
Nota
Quando efetuar um ajuste de zero, assegure-se de que a válvula de equalização está aberta
e todas as linhas molhadas estão cheias até ao nível correto.
CUIDADO
Não se recomenda efetuar o ajuste de zero de um transmissor absoluto, modelo 2051TA da
Rosemount.
1. Selecione o procedimento de ajuste
a. Analog zero trim (Ajuste de zero analógico) — Ajusta a saída analógica para
4 mA.
 Também denominado de “rerange”, ajusta o Valor de Range Inferior
(LRV) para que seja igual ao da pressão medida.
 O mostrador e a saída digital HART permanecem inalterados.
b. Digital zero trim (Ajuste de zero digital) — Recalibra o zero do sensor.
 O LRV permanece inalterado. O valor da pressão será zero (no mostrador
e na saída HART).
 Isto requer que a pressão zero calibrada na fábrica esteja dentro do limite
de 3% do URL (Limite de Range Superior) (0 ± 3% ⫻ URL).
Exemplo
URV (Valor de Range Superior) = 250 inH2O
Pressão zero aplicada = +0,03 ⫻ 250 inH2O = +7,5 inH2O (comparativamente às
definições de fábrica), os valores fora deste limite serão rejeitados pelo
transmissor.
7.1 Proceder ao ajuste com um comunicador de campo
1. Ligue o Comunicador de Campo e consulte as instruções em “Proceder à
ligação elétrica e ligar o sistema” na página 10.
2. Siga o menu HART para executar o ajuste de zero pretendido.
Tabela 5. Teclas Rápidas para Ajuste de Zero
Sequência de Teclas Rápidas
16
Zero analógico
(definir 4 mA)
Zero digital
3, 4, 2
3, 4, 1, 3
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7.2 Proceder ao ajuste com botões de configuração
Um ajuste de zero deve ser realizado utilizando um dos três possíveis conjuntos
de botões de configuração externos localizados sob a etiqueta superior.
Para aceder aos botões de configuração, desaperte o parafuso e faça deslizar a
etiqueta na parte superior do transmissor. Confirme a funcionalidade utilizando a
Figura 12.
Figura 14. Botões de Configuração Externos
Interface do
Zero Analógico e Span
Operador Local (LOI)
Zero digital
A
A. Botões de Configuração
Utilize os seguintes procedimentos para efetuar um ajuste de zero:
Proceder a um ajuste com a Interface do Operador Local (LOI)
(opção M4)
1. Ajuste a pressão do transmissor.
2. Consulte na Figura 13 na página 15 o menu de operações.
a. Efetue um ajuste de zero analógico, selecionando Rerange (Novo ajuste do
limite).
b. Efetue um ajuste de zero digital, selecionando Zero Trim (Ajuste de zero).
Proceder a um ajuste com zero analógico e span (opção D4)
1. Ajuste a pressão do transmissor.
2. Mantenha premido o botão Zero durante dois segundos para realizar um
ajuste de zero analógico.
Proceder a um ajuste com zero digital (opção DZ)
1. Ajuste a pressão do transmissor.
2. Mantenha premido o botão Zero durante dois segundos para realizar um
ajuste de zero digital.
8.0 Sistemas com instrumentos de segurança
Para instalações com Certificação de Segurança, consulte o Manual de Referência
Rosemount 2051 para conhecer os procedimentos de instalação, bem como os
requisitos do sistema.
17
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9.0 Certificações do produto
Rev1.3
9.1 Informações acerca das Diretivas Europeias
Poderá encontrar uma cópia da Declaração de Conformidade CE no final do Guia
de Início Rápido. Poderá encontrar a revisão mais recente da Declaração de
Conformidade CE em EmersonProcess.com/Rosemount.
9.2 Certificações para locais normais
De acordo com o procedimento de norma, o transmissor foi examinado e testado
para se determinar se o design satisfaz os requisitos elétricos, mecânicos e de
proteção contra incêndio básicos de um laboratório reconhecido a nível nacional
nos EUA (NRTL) e acreditado pela Federal Occupational Safety and Health
Administration (OSHA).
9.3 América do Norte
E5 À Prova de Explosão (XP) e à Prova de Pós Inflamáveis (DIP) nos EUA
Certificado: 3032938
Normas:
FM Classe 3600 — 2011, FM Classe 3615 — 2006, FM Classe 3616 — 2011,
FM Classe 3810 — 2005, ANSI/NEMA 250 -— 2008, ANSI/IEC 60529 2004
Marcações: XP CL I, DIV 1, GP B, C, D; DIP CL II, DIV 1, GP E, F, G; CL III;
T5(—50 °C ≤ Ta ≤ +85 °C); Selado na Fábrica; Tipo 4X
I5 Intrinsecamente Seguro (IS) e à Prova de Incêndio (NI) nos EUA
Certificado: 3033457
Normas:
FM Classe 3600 — 2011, FM Classe 3610 — 2010, FM Classe 3611 — 2004,
FM Classe 3810 — 2005, ANSI/NEMA 250 — 2008
Marcações: IS CL I, DIV 1, GP A, B, C, D; CL II, DIV 1, GP E, F, G; Classe III; DIV 1 quando
ligado de acordo com o esquema Rosemount 02051-1009; Classe I, Zona 0;
AEx ia IIC T4; NI CL 1, DIV 2, GP A, B, C, D; T4(—50 °C ≤ Ta ≤ +70 °C); Tipo 4x
IE FISCO EUA
Certificado: 3033457
Normas:
FM Classe 3600 — 2011, FM Classe 3610 — 2010, FM Classe 3611 — 2004,
FM Classe 3810 — 2005
Marcações: IS CL I, DIV 1, GP A, B, C, D quando ligado de acordo com o esquema
Rosemount 02051-1009 (—50 °C ≤ Ta ≤ +60 °C); Tipo 4x
E6 À Prova de Explosão, à Prova de Pós Inflamáveis no Canadá
Certificado: 2041384
Normas:
CAN/CSA C22.2 No. 0-10, CSA Std C22.2 No. 25-1966,
CSA Std C22.2 No. 30-M1986, CAN/CSA-C22.2 No. 94-M91,
CSA Std C22.2 No.142-M1987, CAN/CSA-C22.2 No.157-92,
CSA Std C22.2 No. 213-M1987, CAN/CSA-E60079-0:07,
CAN/CSA-E60079-1:07, CAN/CSA-E60079-11-02,
CAN/CSA-C22.2 No. 60529:05, ANSI/ISA-12.27.01—2003
Marcações: À Prova de Explosão para Classe I, Divisões 1, Grupos B, C e D. À Prova de
Pós Inflamáveis para Classe II e Classe III, Divisão 1, Grupos E, F e G.
Adequado para Classe I, Divisão 2; Grupos A, B, C e D para locais de perigo
interiores e exteriores. Classe I, Zona 1 Ex d IIC T5. Caixa tipo 4X, selada na
fábrica.
Vedação única
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I6 Segurança Intrínseca no Canadá
Certificado: 2041384
Normas:
CSA Std. C22.2 No. 142 - M1987, CSA Std. C22.2 No. 213 - M1987,
CSA Std. C22.2 No. 157 - 92, CSA Std. C22.2 No. 213 - M1987,
ANSI/ISA 12.27.01 — 2003, CAN/CSA-E60079-0:07,
CAN/CSA-E60079-11:02
Marcações: Intrinsecamente Seguro para Classe I, Divisão 1, Grupos A, B, C e D quando
ligado de acordo com o esquema 02051-1008 da Rosemount. Ex ia IIC T3C.
Vedação Única. Caixa tipo 4X
9.4 Europa
E1 À Prova de Chamas ATEX
Certificado: KEMA 08ATEX0090X
Normas:
EN60079-0:2006, EN60079-1:2007, EN60079-26:2007
Marcações:
II 1/2 G Ex d IIC T6 IP66 (—50 °C ≤ Ta ≤ 65 °C);
II 1/2 G Ex d IIC T5 IP66 (—50 °C ≤ Ta ≤ 80 °C)
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. Os elementos de bloqueio Ex d, bucins do cabo e as ligações têm de ser adequados a
uma temperatura de 90 °C.
2. Este dispositivo possui um diafragma de parede fina. Durante a instalação, manutenção
e utilização do dispositivo deve ter-se em conta as condições ambientais às quais o
diafragma irá ser sujeito. As instruções do fabricante relativas à manutenção devem ser
seguidas ao pormenor de forma a assegurar a segurança durante o seu tempo de vida
previsto.
3. Em caso de reparação, contacte o fabricante para obter informações relativamente às
dimensões das juntas à prova de chamas.
I1 Intrinsecamente Seguro ATEX
Certificado: Baseefa08ATEX0129X
Normas:
EN60079-0:2012, EN60079-11:2012
Marcações:
II 1 G Ex ia IIC T4 Ga (—60 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
Tabela 6. Parâmetros de Entrada
Parâmetro
HART
Fieldbus/PROFIBUS®
Tensão: Ui
30 V
30 V
Corrente Ii
200 mA
300 mA
Potência Pi
1W
1,3 W
Capacitância Ci
Indutância Li
0,012 μF
0 μF
0,0 mH
0,0 mH
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. Se o equipamento estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90 V
opcional, o mesmo é incapaz de suportar o isolamento de 500 V do teste de terra e
deve-se ter isto em consideração durante a instalação.
2. A caixa pode ser composta por liga de alumínio, com um acabamento de proteção em
tinta de poliuretano; no entanto, deverá tomar as devidas precauções para a proteger
contra o impacto ou abrasão caso esteja localizada numa Zona 0.
19
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IA ATEX FISCO
Certificado: Baseefa08ATEX0129X
Normas:
EN60079-0:2012, EN60079-11:2012
Marcações:
II 1 G Ex ia IIC T4 Ga (—60 °C ≤ Ta ≤ +60 °C)
Tabela 7. Parâmetros de Entrada
Parâmetro
FISCO
Tensão: Ui
17,5 V
Corrente Ii
380 mA
Potência Pi
5,32 W
Capacitância Ci
0 μF
Indutância Li
0 mH
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. Se o equipamento estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90 V
opcional, o mesmo é incapaz de suportar o isolamento de 500 V do teste de terra e
deve-se ter isto em consideração durante a instalação.
2. A caixa pode ser composta por liga de alumínio, com um acabamento de proteção em
tinta de poliuretano; no entanto, deverá tomar as devidas precauções para a proteger
contra o impacto ou abrasão caso esteja localizada numa Zona 0.
N1 Tipo n ATEX
Certificado: Baseefa08ATEX0130X
Normas:
EN60079-0:2012, EN60079-15:2010
Marcações:
II 3G Ex nA IIC T4 Gc (—40 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
Condições Especiais para uma Utilização Segura (X):
1. Se o equipamento estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90 V
opcional, o mesmo é incapaz de suportar o teste de potência elétrica de 500 V
estabelecido pela cláusula 6.5.1 da diretiva EN 60079-15:2010. Isto deve ser tido em
conta durante a instalação.
ND Pós ATEX
Certificado: Baseefa08ATEX0182X
Normas:
EN60079-0:2012, EN60079-31:2009
Marcações:
II 1 D Ex ta IIIC T95 °C T500 105 °C Da (—20 °C ≤ Ta ≤ +85 °C)
Condições Especiais para uma Utilização Segura (X):
1. Se o equipamento estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90 V
opcional, o mesmo é incapaz de suportar o isolamento de 500 V do teste de terra e
deve-se ter isto em consideração durante a instalação.
20
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9.5 Internacional
E7 À Prova de Chamas IECEx
Certificado: IECExKEM08.0024X
Normas:
IEC60079-0:2004, IEC60079-1:2007-04, IEC60079-26:2006
Marcações: Ex d IIC T6/T5 IP66, T6(—50 °C ≤ Ta ≤ +65 °C), T5(—50 °C ≤ Ta ≤ +80 °C)
Tabela 8. Temperatura do Processo
Classe de
temperatura
Temperatura do
processo
T6
—50 °C a +65 °C
T5
—50 °C a +80 °C
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. O dispositivo possui um diafragma de parede fina. Durante a instalação, manutenção e
utilização do dispositivo deve ter-se em conta as condições ambientais às quais o
diafragma irá ser sujeito. As instruções do fabricante relativas à manutenção devem ser
seguidas ao pormenor de forma a assegurar a segurança durante o seu tempo de vida
previsto.
2. Os elementos de bloqueio Ex d, bucins do cabo e as ligações têm de ser adequados a
uma temperatura de 90 °C.
3. Em caso de reparação, contacte o fabricante para obter informações relativamente às
dimensões das juntas à prova de chamas.
I7 Segurança Intrínseca IECEx
Certificado: IECExBAS08.0045X
Normas:
IEC60079-0:2011, IEC60079-11:2011
Marcações: Ex ia IIC T4 Ga (—60 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
Tabela 9. Parâmetros de Entrada
Parâmetro
HART
Fieldbus/PROFIBUS
Tensão: Ui
30 V
30 V
Corrente Ii
200 mA
300 mA
Potência Pi
Capacitância Ci
Indutância Li
1W
1,3 W
0,012 μF
0 μF
0 mH
0 mH
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. Se o equipamento estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90V
opcional, o mesmo é incapaz de suportar o isolamento de 500 V do teste de terra e
deve-se ter isto em consideração durante a instalação.
2. A caixa pode ser composta por liga de alumínio, com um acabamento de proteção em
tinta de poliuretano; no entanto, deverá tomar as devidas precauções para a proteger
contra o impacto ou abrasão caso esteja localizada numa Zona 0.
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IG IECEx FISCO
Certificado: IECExBAS08.0045X
Normas:
IEC60079-0:2011, IEC60079-11:2011
Marcações: Ex ia IIC T4 Ga (—60 °C ≤ Ta ≤ +60 °C)
Tabela 10. Parâmetros de Entrada
Parâmetro
FISCO
Tensão: Ui
17,5 V
Corrente Ii
380 mA
Potência Pi
5,32 W
Capacitância Ci
0 μF
Indutância Li
0 mH
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. Se o equipamento estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90 V
opcional, o mesmo é incapaz de suportar o isolamento de 500 V do teste de terra e
deve-se ter isto em consideração durante a instalação.
2. A caixa pode ser composta por liga de alumínio, com um acabamento de proteção em
tinta de poliuretano; no entanto, deverá tomar as devidas precauções para a proteger
contra o impacto ou abrasão caso esteja localizada numa Zona 0.
N7 Tipo n IECEx
Certificado: IECExBAS08.0046X
Normas:
IEC60079-0:2011, IEC60079-15:2010
Marcações: Ex nA IIC T4 Gc (—40 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. Se o equipamento estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90 V
opcional, o mesmo é incapaz de suportar o teste de potência elétrica de 500 V
estabelecido pela cláusula 6.5.1 da diretiva IEC60079-15:2010. Isto deve ser tido em
conta durante a instalação.
9.6 Brasil
E2 À Prova de Chamas INMETRO
Certificado: UL-BR 14.0375X
Normas:
ABNT NBR IEC60079-0:2008 + Errata 1:2011, ABNT NBR IEC 60079-1:2009
+ Errata 1:2011, ABNT NBR IEC 60079-26:2008 + Errata 1:2009
Marcações: Ex d IIC T6/T5 Gb IP66, T6(—50 °C ≤ Ta ≤ +65 °C), T5(—50 °C ≤ Ta ≤ +80 °C)
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. O dispositivo possui um diafragma de parede fina. Durante a instalação, manutenção
e utilização do dispositivo deve ter-se em conta as condições ambientais às quais o
diafragma irá ser sujeito. As instruções do fabricante para a instalação e manutenção
do dispositivo devem ser seguidas ao pormenor de forma a assegurar a segurança
do mesmo durante o seu tempo de vida previsto.
2. Os elementos de bloqueio Ex d, bucins do cabo e as ligações têm de ser adequados a
uma temperatura de 90 °C.
3. Em caso de reparação, contacte o fabricante para obter informações relativamente às
dimensões das juntas à prova de chamas.
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I2 Segurança Intrínseca INMETRO
Certificado: UL-BR 14.0759X
Normas:
ABNT NBR IEC 60079-0:2008 + Errata 1:2011;
ABNT NBR IEC 60079-11:2009
Marcações: Ex ia IIC T4 Ga (—60 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
Tabela 11. Parâmetros de Entrada
Parâmetro
HART
Fieldbus/PROFIBUS
Tensão: Ui
30 V
30 V
Corrente Ii
200 mA
300 mA
Potência Pi
Capacitância Ci
Indutância Li
1W
1,3 W
12 nF
0
0
0
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. Se o equipamento estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90 V
opcional, o mesmo é incapaz de suportar o isolamento de 500 V do teste de terra e
deve-se ter isto em consideração durante a instalação.
2. A caixa pode ser composta por liga de alumínio, com um acabamento de proteção em
tinta de poliuretano; no entanto, deverá tomar as devidas precauções para a proteger
contra o impacto ou abrasão caso esteja localizada em áreas que exijam EPL Ga.
IB INMETRO FISCO
Certificado: UL-BR 14.0759X
Normas:
ABNT NBR IEC 60079-0:2008 + Errata 1:2011; ABNT NBR IEC 60079-11:2009
Marcações: Ex ia IIC T4 Ga (—60 °C ≤ Ta ≤ +60 °C)
Tabela 12. Parâmetros de Entrada
Parâmetro
FISCO
Tensão: Ui
17,5 V
Corrente Ii
380 mA
Potência Pi
5,32 W
Capacitância Ci
0 nF
Indutância Li
0 μH
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. Se o equipamento estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90 V
opcional, o mesmo é incapaz de suportar o isolamento de 500 V do teste de terra e
deve-se ter isto em consideração durante a instalação.
2. A caixa pode ser composta por liga de alumínio, com um acabamento de proteção em
tinta de poliuretano; no entanto, deverá tomar as devidas precauções para a proteger
contra o impacto ou abrasão caso esteja localizada em áreas que exijam EPL Ga.
9.7 China
E3 À Prova de Chamas na China
Certificado: GYJ13.1386X; GYJ15.1366X [Caudalímetros]
Normas:
GB3836.1-2010, GB3836.2-2010, GB3836.20-2010-2010
Marcações:
Transmissor de Pressão: Ex d IIC Gb, T6(—50 °C ≤ Ta ≤ +65 °C), T5(—50 °C ≤ Ta ≤ +80 °C)
Caudalímetro: Ex d IIC Ga/Gb, T6(—50 °C ≤ Ta ≤ +65 °C), T5(—50 °C ≤ Ta ≤ +80 °C)
23
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Condições Especiais para uma Utilização Segura (X):
1. O símbolo “X” é utilizado para indicar condições específicas de utilização:
 Os elementos de bloqueio Ex d, bucins do cabo e as ligações têm de ser adequados
a uma temperatura de 90 °C.
 Este dispositivo possui um diafragma de parede fina. Durante a instalação,
manutenção e utilização do dispositivo deve ter-se em conta as condições
ambientais às quais o diafragma irá ser sujeito.
2. A relação entre o código T e a amplitude de temperaturas ambientes é:
Ta
Classe de temperatura
—50 °C ≤ Ta ≤ +80 °C
T5
—50 °C ≤ Ta ≤ +65 °C
T6
3. A ligação à terra na caixa deve ser feita em segurança.
4. Durante a instalação, utilização e manutenção do produto, cumpra a advertência “Não
abra a tampa enquanto o circuito estiver ativo”.
5. Durante a instalação, não deve haver misturas perigosas para a caixa à prova de chamas.
6. Deve ser utilizada uma entrada de cabo e conduta, certificadas pela NEPSI com o tipo de
proteção Ex d IIC Gb, e deve ser aplicada uma forma de rosca adequada quando a
instalação é feita num local de perigo. Devem ser utilizados elementos de bloqueio nas
entradas de cabos redundantes.
7. Não é permitido aos utilizadores finais alterar quaisquer componentes internos, mas
devem solucionar o problema em conjunto com o fabricante para evitar danos no
produto.
8. A manutenção deve ser realizada num local não perigoso.
9. Durante a instalação, utilização e manutenção deste produto, deve cumprir as
seguintes normas: GB3836.13-2013, GB3836.15-2000, GB3836.16-2006,
GB50257-2014
I3 Segurança Intrínseca na China
Certificado: GYJ12.1295X; GYJ15.1365X [Caudalímetros]
Normas:
GB3836.1-2010, GB3836.4-2010, GB3836.20-2010
Marcações: Ex ia IIC T4 Ga (—60 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. O símbolo “X” é utilizado para indicar condições específicas de utilização:
a. Se o aparelho estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90 V
opcional, não é capaz de suportar o teste de isolamento de 500 V durante 1 minuto.
Isto deve ser tido em conta durante a instalação do dispositivo.
b. A caixa pode ser composta por liga de alumínio, com um acabamento de proteção
em tinta de poliuretano; no entanto, deverá tomar as devidas precauções para a
proteger do impacto ou abrasão caso esteja localizada numa Zona 0.
2. A relação entre o código T e a amplitude de temperaturas ambientes é:
24
Modelo
Código T
Amplitude de temperaturas
HART, Fieldlbus, PROFIBUS e Baixa Potência
T4
—60 °C ≤ Ta ≤ +70 °C
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3. Parâmetros Intrinsecamente Seguros:
Parâmetro
HART
Fieldbus/PROFIBUS
Tensão: Ui
30 V
30 V
Corrente Ii
200 mA
300 mA
Potência Pi
Capacitância Ci
Indutância Li
1W
1,3 W
0,012 μF
0 μF
0 mH
0 mH
Nota 1
Os parâmetros FISCO cumprem os requisitos para dispositivos de campo FISCO em
GB3836.19-2010.
[Para Caudalímetros] Quando é utilizado o Transmissor de Temperatura 644 da Rosemount,
este deve ser utilizado com aparelhos associados com a marca Ex-certificado para confirmar
um sistema de proteção contra explosões que possa ser utilizado em ambientes de gases
explosivos. As ligações dos fios e os terminais devem cumprir o manual de instruções tanto
do Modelo 644 da Rosemount como do aparelho associado. Os cabos entre o Modelo 664
da Rosemount e o aparelho associado devem ser cabos blindados (os cabos devem ter uma
blindagem isolada). O cabo blindado deve ser ligado à terra em segurança numa área não
perigosa.
4. O produto deve ser utilizado com aparelhos associados com a marca Ex-certificado para
confirmar um sistema de proteção contra explosões que possa ser utilizado em
ambientes de gases explosivos. As ligações dos fios e os terminais devem cumprir o
manual de instruções do produto e aparelho associado.
5. Os cabos entre este produto e o aparelho associado devem ser cabos blindados (os
cabos devem ter uma blindagem isolada). O cabo blindado deve ser ligada à terra em
segurança numa área não perigosa.
6. Não é permitido aos utilizadores finais alterar quaisquer componentes internos, mas
devem solucionar o problema em conjunto com o fabricante para evitar danos no
produto.
7. Durante a instalação, utilização e manutenção deste produto, deve cumprir as
seguintes normas: GB3836.13-2013, GB3836.15-2000, GB3836.16-2006,
GB3836.18-2010, GB50257-2014.
9.8 Japão
E4 À Prova de Chamas no Japão
Certificado: TC20598, TC20599, TC20602, TC20603 [HART]; TC20600, TC20601,
TC20604, TC20605 [Fieldbus]
Marcações: Ex d IIC T5
9.9 Regulamentos Técnicos da União Aduaneira (EAC)
EM À Prova de Chamas EAC
Certificado: RU C-US.GB05.B.01199
Marcações: Ga/Gb Ex d IIC X, T5(—50 °C ≤ Ta ≤ +80 °C), T6(—50 °C ≤ Ta ≤ +65 °C)
25
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Condições Especiais para uma Utilização Segura (X):
1. Consulte as condições especiais no certificado.
IM Segurança Intrínseca EAC
Certificado: RU C-US.GB05.B.01199
Marcações: 0Ex ia IIC T4 Ga X (—60 °C ≤ Ta ≤ +70 °C)
Condições Especiais para uma Utilização Segura (X):
1. Consulte as condições especiais no certificado.
9.10 Combinações
K1 Combinação de E1, I1, N1 e ND
K2 Combinação de E2 e I2
K5 Combinação de E5 e I5
K6 Combinação de E6 e I6
K7 Combinação de E7, I7, N7 e Pó IECEx
Pós IECEx
Certificado: IECEx BAS 08.0058X
Normas: IEC60079-0:2011, IEC60079-31:2008
Marcações: Ex ta IIIC T95 °C T500 105 °C Da (—20 °C ≤ Ta ≤ +85 °C)
Condições Especiais para a Utilização Segura (X):
1. Se o equipamento estiver equipado com um supressor de tensão transitória de 90 V
opcional, o mesmo é incapaz de suportar o isolamento de 500 V do teste de terra e
deve-se ter isto em consideração durante a instalação.
KA Combinação de E1, I1 e K6
KB Combinação de K5 e K6
KC Combinação de E1, I1 e K5
KD Combinação de K1, K5 e K6
KM Combinação de EM e IM
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9.11 Certificações Adicionais
SBS Certificação Tipo ABS (American Bureau of Shipping — Agência Americana de Envios)
Certificado:
09-HS446883B-3-PDA
Utilização Prevista:Aplicações Marítimas e Offshore — Medição do calibre ou pressão
absoluta de aplicações de líquido, gás e vapor.
Regras ABS:
2013 Regras de recipientes de aço 1-1-4/7.7, 1-1-Anexo 3, 4-8-3/1.7,
4-8-3/13.1
SBV Certificação do Tipo Bureau Veritas (BV)
Certificado:
23157/B0 BV
Regras BV:
Regras do Bureau Veritas para a Classificação de Navios de Aço
Aplicação:
notações de classe: AUT-UMS, AUT-CCS, AUT-PORT e AUT-IMS; não é
possível instalar o transmissor de pressão tipo 2051 em motores a
gasóleo
SDN Certificação de Aprovação Tipo Det Norske Veritas (DNV)
Certificado:
TAA000004F
Utilização Prevista: Regras DNV GL para Classificação - Navios e unidades offshore
Aplicação:
Classes de localização
Tipo
2051
Temperatura
D
Humidade
B
Vibração
A
Conformidade
eletromagnética
B
Caixa
D
SLL Certificado de Aprovação do Tipo Registo de Lloyd (LR)
Certificado:
11/60002
Aplicação:
categorias ambientais ENV1, ENV2, ENV3 e ENV5
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Figura 15. Declaração de Conformidade CE do Modelo 2051 da Rosemount
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Declaração de Conformidade UE
N.º: RMD 1071 Rev. I
Nós,
Rosemount, Inc.
8200 Market Boulevard
Chanhassen, MN 55317-9685,
EUA
declaramos sob nossa única responsabilidade que o produto
Transmissor de Pressão 2051 da Rosemount
fabricado pela
Rosemount, Inc.
8200 Market Boulevard
Chanhassen, MN 55317-9685,
EUA
relacionado com esta declaração, está em conformidade com as disposições das Diretivas da
Comunidade Europeia, incluindo as mais recentes alterações, conforme indicado na lista em
anexo.
A presunção da conformidade baseia-se na aplicação das normas harmonizadas e, quando
aplicável ou necessário, uma certificação do organismo notificado da União Europeia, conforme
ilustrado na lista em anexo.
Vice-presidente de Qualidade Global
(função)
Kelly Klein
(nome)
(data de emissão)
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RMD1071_por-eu.doc
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Declaração de Conformidade UE
N.º: RMD 1071 Rev. I
Diretiva CEM (2004/108/CE) Esta diretiva é válida até 19 de abril de 2016
Diretiva CEM (2014/30/UE) Esta diretiva é válida a partir de 20 de abril de 2016
Normas Harmonizadas:
EN 61326-1:2013, EN 61326-2-3:2013
Diretiva PED (97/23/CE) Esta diretiva é válida até 18 de julho de 2016
Diretiva PED (2014/68/UE) Esta diretiva é válida a partir de 19 de julho de 2016
Rosemount 2051CD2, 3, 4, 5 (também com a opção P9)
Certificado QS de Avaliação - Certificado CE N.º 59552-2009-CE-HOU-DNV
Avaliação de Conformidade do Módulo H
Normas de Avaliação:
ANSI / ISA 61010-1:2004
Todos os outros Transmissores de Pressão do Modelo 2051 da Rosemount
De acordo com as boas práticas de Engenharia
Acessórios do Transmissor: Vedação de Diafragma, Flange do Processo ou Bloco de
Válvulas
De acordo com as boas práticas de Engenharia
Caudalímetro DP 2051CFx da Rosemount
Consultar Declaração de COnformidade DSI 1000
Diretiva ATEX (94/9/CE) Esta diretiva é válida até 19 de abril de 2016
Diretiva ATEX (2014/30/UE) Esta diretiva é válida a partir de 20 de abril de 2016
Baseefa08ATEX0129X - Certificado de Segurança Intrínseca
Grupo de Equipamento II, Categoria 1 G
Ex ia IIC T4 Ga
Normas Harmonizadas Utilizadas:
EN60079-0:2012, EN60079-11:2012
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Declaração de Conformidade UE
N.º: RMD 1071 Rev. I
Baseefa08ATEX0130X - Certificado Tipo n
Grupo de Equipamento II, Categoria 3 G
Ex nA IIC T4 Gc
Normas Harmonizadas Utilizadas:
EN60079-0:2012, EN60079-15:2010
KEMA08ATEX0090X - Certificado à Prova de Chamas
Grupo de Equipamento II, Categoria 1/2 G
Ex d IIC T6/T5
Normas Harmonizadas Utilizadas:
EN60079-1:2007; EN60079-26:2007
Outras Normas Utilizadas:
EN60079-0:2006
(Uma análise comparativa com a EN60079-0:2012, a qual se encontra
harmonizada, não encontrou mudanças significativas relevantes para este
equipamento, pelo que a EN60079-0:2006 continua a representar
“Tecnologia de ponta”.)
Baseefa08ATEX0182X - Certificado à Prova de Pós
Grupo de Equipamento II, Categoria 1 D
Ex ta IIIC T95°C T500105°C Da
Normas Harmonizadas Utilizadas:
EN60079-0:2012, EN60079-31:2009
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Declaração de Conformidade UE
N.º: RMD 1071 Rev. I
Organismo Notificado pela PED
Det Norske Veritas (DNV) [Número do Organismo Notificado: 0575]
Veritasveien 1, N-1322
Hovik, Noruega
Organismos Notificados ATEX
DEKRA (KEMA) [Número do Organismo Notificado: 0344]
Meandro 1051
6825 MJ Arnhem
Países Baixos
SGS Baseefa Limited [Número do Organismo Notificado: 1180]
Rockhead Business Park
Staden Lane
Buxton, Derbyshire
SK17 9RZ Reino Unido
Organismo Notificado pela ATEX para Garantia de Qualidade
SGS Baseefa Limited [Número do Organismo Notificado: 1180]
Rockhead Business Park
Staden Lane
Buxton, Derbyshire
SK17 9RZ Reino Unido
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ਜ਼ᴹChina RoHS㇑᧗⢙䍘䎵䗷ᴰབྷ⎃ᓖ䲀٬Ⲵ䜘Ԧරਧࡇ㺘Rosemount 2051
List of Rosemount 2051 Parts with China RoHS Concentration above MCVs
ᴹᇣ⢙䍘
䍘/ Hazardous Substances 䫵
Lead
(Pb)
⊎
Mercury
(Hg)
䭹
Cadmium
(Cd)
‫ޝ‬ԧ䬜
䬜
Hexavalent
Chromium
(Cr +6)
ཊⓤ㚄
㚄㤟
Polybrominated
biphenyls
(PBB)
ཊⓤ㚄
㚄㤟䟊
Polybrominated
diphenyl ethers
(PBDE)
⭥ᆀ㓴Ԧ
Electronics
Assembly
X
O
O
O
O
O
༣փ㓴Ԧ
Housing
Assembly
X
O
O
X
O
O
Րᝏಘ㓴Ԧ
Sensor
Assembly
X
O
O
X
O
O
䜘Ԧ਽〠
Part Name
ᵜ㺘Ṭ㌫‫ᦞ׍‬SJ/T11364Ⲵ㿴ᇊ㘼ࡦ֌
This table is proposed in accordance with the provision of SJ/T11364.
O: ᜿Ѫ䈕䜘ԦⲴᡰᴹ൷䍘ᶀᯉѝ䈕ᴹᇣ⢙䍘Ⲵਜ਼䟿൷վҾGB/T 26572ᡰ㿴ᇊⲴ䲀䟿㾱≲
O: Indicate that said hazardous substance in all of the homogeneous materials for this part is below the limit requirement of
GB/T 26572.
X: ᜿Ѫ൘䈕䜘Ԧᡰ֯⭘Ⲵᡰᴹ൷䍘ᶀᯉ䟼ˈ㠣ቁᴹа㊫൷䍘ᶀᯉѝ䈕ᴹᇣ⢙䍘Ⲵਜ਼䟿儈ҾGB/T 26572ᡰ㿴ᇊⲴ䲀䟿㾱≲
X: Indicate that said hazardous substance contained in at least one of the homogeneous materials used for this part is above
the limit requirement of GB/T 26572.
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*00825-0100-4107*
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00825-0113-4107, Rev CC
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Sede geral
Emerson Process Management
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Shakopee, MN 55379, EUA
+1 800 999 9307 ou +1 952 906 8888
+1 952 949 7001
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Edifício Eça de Queiroz
Rua General Ferreira Martins 8 - 10ºB
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+(351) 214 105 700
Sucursal Regional na América do Norte
Emerson Process Management
8200 Market Blvd.
Chanhassen, MN 55317, EUA
+1 800 999 9307 ou +1 952 906 8888
+1 952 949 7001
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Sucursal Regional na América Latina
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1300 Concord Terrace, Suite 400
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Os Termos e Condições Padrão de Venda podem ser encontrados
em www.Emerson.com/en-us/pages/Terms-of-Use.aspx
O logótipo da Emerson é uma marca comercial e uma marca de
serviços da Emerson Electric Co.
Rosemount e o logótipo da Rosemount são marcas comerciais da
Emerson Process Management.
HART é uma marca comercial registada do FieldComm Group.
DTM é uma marca comercial do FDT Group.
NEMA é uma marca comercial registada e uma marca de serviços
da National Electrical Manufacturers Association.
PROFIBUS é uma marca comercial registada da
PROFINET International (PI).
Todas as outras marcas são propriedade dos respetivos
proprietários.
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