Documento de briefing Fast IT: Aceleração da inovação na era da IoE O próprio departamento de TI deve se tornar tanto uma fonte quanto um facilitador de inovação contínua e trabalhar com a empresa à medida que os modelos empresariais mudam constantemente, além de responder a um mundo dinâmico de maior complexidade e novas fontes de valor. Viciado em velocidade: Fast IT Os departamentos de TI atuais precisam enfrentar novos desafios. Os custos operacionais se elevam, à medida que os orçamentos diminuem. A mobilidade onipresente e uma explosão no uso de dispositivos conectados aumentam a complexidade. E os usuários empresariais ignoram a TI para acessar serviços baseados em nuvem. Os CIOs ficam ainda mais preocupados devido ao panorama em constante mudança de novas ameaças à segurança. Naturalmente, a tecnologia também é um componente crítico para o sucesso de qualquer empresa. Assim, é essencial que os departamentos de TI realizem mudanças nas bases se quiserem ajudar suas empresas a serem inovadoras e aproveitarem novas oportunidades. Atualmente, a TI precisa executar uma mudança de passo na eficiência operacional (custos), ativação empresarial (agilidade) e segurança. O próprio departamento de TI deve se tornar tanto uma fonte quanto um facilitador de inovação contínua e trabalhar com a empresa à medida que os modelos empresariais mudam constantemente, além de responder a um mundo dinâmico de maior complexidade e novas fontes de valor. Para isso é necessário um novo modelo de TI, que denominamos Fast IT. Com a implementação de um modelo de Fast IT, a TI pode capturar uma redução de 20% a 25% nos custos. Essa economia pode ser reimplantada para abordar novos recursos, permitindo que o departamento de TI inove e se torne um parceiro confiável com as linhas de negócios para produzir resultados comerciais. Essa evolução aumentará a agilidade e a velocidade da transformação empresarial. E por meio da conexão de pessoas, processos, dados e coisas, ela criará uma empresa pronta para competir na economia da Internet de Todas as Coisas (IoE). Página 1 © 2014 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Documento de briefing A grande pergunta: Como a TI pode acelerar a inovação? Para entender até que ponto os departamentos de TI ajudam a gerar a transformação necessária para utilizar a IoE e quais são os fatores inibidores, a Cisco realizou um esforço de pesquisa em várias frentes. Nós pesquisamos mais de 1.400 líderes de TI seniores, realizamos entrevistas complexas com profissionais de destaque do departamento de TI e aproveitamos nosso próprio trabalho com clientes que implementam soluções de IoE. O estudo revelou insights importantes sobre as mudanças necessárias para o sucesso no mundo da IoE. Principais desafios para o CIO • A IoE aumenta a complexidade da TI — e os desafios da mesma: embora sempre tenha havido um alto nível de complexidade na TI, a IoE eleva muito essa complexidade. Nuvem, Big Data e outros colaboradores de IoE criam oportunidades para inovação, mas sua complexidade adicional pode atrapalhar. Um total de 80% dos executivos pesquisados consideram a IoE um desafio “significativo” ou “muito significativo” para suas empresas. Consequência: a maneira antiga de fazer as coisas não funcionará na era da IoE. Os líderes de TI entendem a necessidade de assumir uma função de orquestrador de serviço, porém, são impossibilitados por uma infraestrutura cara, incômoda e inadequadamente protegida. • Os aplicativos são o oxigênio da empresa (mas podem atrapalhar a TI): a proliferação, a importância e a interdependência dos aplicativos crescem cada vez mais rápido. Os downloads de aplicativos atingirão 138 bilhões no mundo em 2014 (Gartner, 2013). Assegurar a saúde do aplicativo é uma função cada vez mais essencial da TI. Um dos maiores desafios de aplicativos é o provisionamento de aplicativos empresariais em escala — classificado como 7,5 de 10 (10 é a mais significativa) pelos participantes da pesquisa. De acordo com Padmasree Warrior, da Cisco, “a infraestrutura precisa atender à funcionalidade como a política, a qualidade de serviço, a priorização de tráfego etc. Em seguida, ela precisa otimizar todos os recursos para suprir as necessidades do aplicativo”. Consequência: a inovação e a agilidade serão abafadas se a TI não puder implantar e gerenciar aplicativos de modo eficiente. • As linhas de negócios assumem o controle da TI: a pesquisa revelou que quase a metade (46%) do gasto total de TI agora ocorre fora dos limites do departamento de TI corporativo. A Shadow IT ganha cada vez mais destaque e não é possível ignorá-la. Jaimie Capella, do conselho de administração corporativo, acredita que ter a responsabilidade compartilhada pela tecnologia é uma coisa boa para a empresa: “a tecnologia não é apenas um problema de TI, assim como o talento não é responsabilidade exclusiva do setor de RH”. Consequência: a TI precisa aceitar o modelo de responsabilidade compartilhada e reimaginar a parceria TI-LoB. • A orquestração de serviço tem sido a “baleia branca” dos CIOs: 90% dos executivos de TI pesquisados afirmaram que concordavam que os departamentos de TI deveriam ser agentes ou “orquestradores” de serviços, aplicativos, experiências e novos recursos. Eles também acreditam que essa é sua principal área de deficiência. Consequência: os líderes de TI entendem a necessidade de assumir uma função de orquestrador de serviço, porém, são impossibilitados por uma infraestrutura cara, incômoda e inadequadamente protegida. Página 2 © 2014 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Documento de briefing Fast IT: o caminho a seguir • A IoE exige um novo modelo operacional: 90% dos participantes concordaram que “modelos de infraestrutura de TI ágeis eram o caminho para o futuro. Zeus Kerravala, da ZK Research, compartilhou os dados mais recentes da sua firma e explicou que “agora, as lojas de TI dedicam mais de 80% do gasto total de TI para “manter as luzes acesas” com uma tendência de piora nos últimos anos. Esse bloqueio do gasto de TI empurra a inovação para as margens do portfólio de TI, o que deixa pouco orçamento ou capital humano para gerar resultados comerciais melhores. Consequência: sem abordar os desafios básicos de complexidade, qualquer esforço para incentivar a transformação de TI será um fracasso garantido. Atualmente, as empresas dedicam menos de 20% do gasto total de TI às iniciativas voltadas para transformação, portanto, a economia com a Fast IT chega ao dobro da contribuição do departamento de TI para a “capacidade de inovação” geral da empresa. • Uma estrutura de nuvens fornece a plataforma para a mudança: a nuvem é um elemento-chave da história da Fast IT — o modelo dominante para o progresso se baseará em infraestruturas de nuvem híbrida (uma estrutura de nuvens). A meta principal é acessar o modelo de nuvem ideal para qualquer desafio empresarial que venha a surgir. Os participantes disseram que sua capacidade de gerar valor da nuvem e de novos aplicativos é prejudicada pelo estado de suas redes empresariais. Dois terços deles afirmam que não conseguem perceber o valor da nuvem. Consequência: a capacidade de deslocar as cargas de trabalho em uma estrutura de conexões baseada na infraestrutura de nuvem híbrida — ao mesmo tempo em que são garantidas a conformidade e a segurança — sustentarão uma nova plataforma para aprimoramentos de entrega de serviço, aumento da produtividade e agilidade comercial. • A inteligência “na borda da rede” permite o negócio em tempo real: todos esses dispositivos e sensores conectados por meio da nuvem móvel gerarão torrentes de dados. As empresas devem utilizar os dados, quer estejam parados no data center ou sejam dados em tempo real em movimento na borda da rede. Os dados em movimento têm um ciclo de vida menor e dão às empresas o poder de fornecer insights de transformação pela operação em tempo real. Steve Lucas, presidente da SAP Platform Solutions, afirma: “o Big Data talvez seja a área em que a TI pode desempenhar a função mais essencial na inovação comercial”. Consequência: os serviços de TI em tempo real e com reconhecimento de contexto constituirão o próximo local para reconhecimento de clientes e produtividade do funcionário. • Na era da IoE, o perímetro de segurança está em franca expansão: quando “conectamos o que antes funcionava de maneira independente” com a IoE, é inevitável que novas ameaças à segurança ocorram. Um total de 73% dos participantes esperam que a gravidade das ameaças à segurança aumente nos próximos dois anos. Consequência: a Fast IT precisa entregar segurança por meio de uma abordagem voltada para plataforma em que todos os domínios de infraestrutura, dispositivos, aplicativos e serviços sejam integrados para permitir maior inteligência, automação e eficácia da detecção de ameaças. • A IoE não pode admitir ser vista como o “Departamento do Não”: a IoE não trata apenas de dados e coisas, mas também de pessoas e processos. Vários profissionais de destaque do nosso setor identificaram a cultura e a liderança como os componentes mais importantes da transformação da Fast IT e afirmaram que a transformação de TI será uma jornada. De acordo com Zeus Kerravala da ZK Research, “Culturalmente, os departamentos de TI com frequência ficam presos a esses modelos de se não está quebrado, não conserte. Francamente, essas são palavras muito perigosas. A tecnologia não é estática e os departamentos de TI também não devem ser”. Consequência: os CIOs devem ser o exemplo e demonstrar uma mentalidade de “parceiro de serviço” para que as inovações fundamentais possam prosperar. Página 3 © 2014 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Documento de briefing • Captura do “Dividendo de IoE”: a TI e a comunidade de fornecedores já realizaram um trabalho heroico de reduzir o custo total de propriedade (TCO), mas outra onda muito significativa de aprimoramentos de TCO está à mão. A Cisco calcula uma melhora de 20% a 25% nos custos de TI graças à Fast IT. Esse dividendo de IoE pode ser reimplantado para abordar novos recursos comerciais. Consequência: atualmente, as empresas dedicam menos de 20% do gasto total de TI às iniciativas voltadas para transformação. Portanto, a economia com a Fast IT chega ao dobro da contribuição do departamento de TI para a “capacidade de inovação” geral da empresa. Cite alguns exemplos de como a Cisco ajuda os clientes a utilizarem a Fast IT agora. • No data center: o UCS é um exemplo perfeito do tipo de infraestrutura integrada que elimina a complexidade e permite a agilidade. Sua integração de rede, computação e armazenamento fornece a base para a automação do gerenciamento onipresente e a orquestração para sistemas físicos ou virtuais, o que reduz significativamente o custo de gerenciamento na TI. “A Amazon não é mais barata ou melhor: é apenas mais rápida.” Amazon is feminine. • Nossa estratégia de intercloud entrega a estrutura perfeita de nuvens de que os CIOs precisam para fornecer uma plataforma de mudança. • A capacidade de programação da ACI fornece o desempenho de aplicativo superior e a agilidade de que os departamentos de TI precisam para oferecer suporte ao grande aumento no número de aplicativos, enquanto viabilizam a base de rede inteligente para ativar a nuvem, soluções móveis e segurança na plataforma. • Os clientes podem acelerar sua capacidade de obter o valor da análise ao utilizar nossa Arquitetura de plataforma comum para Big Data — agora com sistemas de UCS no núcleo e na borda da rede; o poderoso software de virtualização de dados (um produto de nossa aquisição composta); e nossas emergentes soluções de análise para varejo, provedor de serviços, colaboração, central de contato e a rede. • A Cisco oferece uma ampla gama de soluções de Experiência móvel conectada, ajudando os funcionários a serem mais produtivos e proporcionando aos clientes finais experiências inovadoras. • E a abordagem líder da Cisco à segurança na plataforma traz segurança projetada para a era da IoE, com proteção abrangente antes, durante e depois de um ataque.
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